Diretórios municipais do PT realizam posse coletiva em Concórdia do Pará



Centenas de pessoas participaram neste sábado, dia 1º de julho, em Concórdia do Pará, da posse coletiva dos Diretórios Municipais do Partido dos Trabalhadores (PT) na região do Vale do Acará. O deputado estatual Carlos Bordalo, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), esteve presente na programação, que contou com a participação de diversos integrantes do partido, como os deputados federais Zé Geraldo e Beto Faro, o senador Paulo Rocha, o presidente do PT Pará João Batista, assim como autoridades municipais. 

Tomaram posse os seguintes presidentes municipais do PT: Dilvanda Faro (Acará), Carlinhos do PT (Bujaru), Carmem Santiago (Concórdia do Pará), Cristiano Martins (São Domingos do Capim) e Dolores Amélia Netto (Tomé-Açu). O encontro marcou também a apresentação do ex-prefeito e atual secretário de governo de Ipixuna do Pará, Evaldo Cunha, como pré-indicado majoritário, substituindo Beto Faro, juntamente com Paulo Rocha e Zé Geraldo. 

João Batista destacou a importância do encontro, que reuniu delegações de diversos municípios e marcou o início de uma extensão programação do PT que deverá se estender até o mês de agosto, percorrendo os principais municípios do Estado. “Neste momento de crise, precisávamos nos encontrar com nossos parlamentares e dirigentes, para dialogar sobre o que propomos para o futuro deste país. É o momento de dizer para a sociedade que o Partido dos Trabalhadores continua firme e mais vivo do que nunca, apesar das tentativas de nos destruir. Estamos juntos e solidários na defesa de Lula e Dilma. E Lula já mandou avisar que está pronto para a guerra em 2018, ”, disse o presidente estadual do partido. 

O deputado estadual Carlos Bordalo ressaltou que o PT precisa corrigir seus erros internamente, mas que, no entanto, nenhum outro partido político fez tanto pela população mais pobre do Brasil. “O PT foi o único partido que tirou 40 milhões de pessoas da miséria, que garantiu luz elétrica para o trabalhador rural, entre tantos outros benefícios. Hoje, temos 14 milhões de desempregados, e todos os municípios enfrentam dificuldades, devido ao corte nas políticas públicas para saúde, educação e programas sociais. A violência no Pará, seja no campo ou nas cidades, ganha contornos de epidemia. É preciso pensar um novo projeto para o Pará e para o Brasil”, finalizou. 

Comentários