A navegação integral no Tocantins vai virar realidade

Cinco empresas nacionais apresentaram propostas para executar a obra de derrocamento do Pedral do Lourenço, na Hidrovia Tocantins. O edital de licitação foi aberto em outubro do ano passado, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
As propostas foram feitas com base no valor global de R$ 560.650.363,14 e tiveram variação de pouco mais de R$ 40 milhões entre o maior e o menor valor proposto. O lance vitorioso foi de R$ 520.563.862.
Entenda o Pedral do Lourenço:
O Pedral do Lourenço é uma extensão de 43 quilômetros de rochas, na altura do município de Itupiranga, vizinho a Marabá, que impedem a navegação segura no Rio Tocantins durante todo o ano, o que inviabiliza a hidrovia. De nada adiantam eclusas de Tucuruí, importante obra construída por Lula, do governo do PT, se o pedral não for removido. Temos agora, com Dilma na presidência, também do PT, a viabilidade de navegação integral no Tocantins. O novo canal de navegação vai abrir portas para novos investimentos e mais emprego no Pará.
O derrocamento nada mais é do que a implosão das rochas, para abertura de um corredor que possibilite passagem de grandes embarcações. O Pedral do Lourenço recebeu este nome porque “Lourenção” era o apelido do primeiro piloto de embarcação da região que conseguiu passar pelas rochas.


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