Parceiros de apoio aos catadores do Aurá já em plena atividade

Depois de enfrentar a crise humanitária de forma emergencial, com a distribuição de mil cestas de alimentos, a meta de agregar parceiros para o trabalho de inclusão dos catadores no mercado de trabalho está deslanchada, com a qualificação dos catadores, em cursos profissionalizantes.

As três comissões de apoio aos catadores do Aurá, formadas por Eletronorte,  Senai, Senac, Senar,  Seaster,  IFPA, UFPA, Basa e Catadores se encontraram novamente com a Comissão de Direitos Humanos da Alepa, na Assembleia Legislativa,  para um balanço do trabalho desenvolvido até aqui. Todos estão de parabéns pelo sucesso de suas missões.

O Comitê de agricultura, por exemplo, já iniciou, desde agosto os cursos de Associativismo e Criação de aves e já programou para outubro novas atividades.

O Senai  já está com seu caminhão na comunidade desenvolvendo os cursos na área da construção civil (pedreiro, pintor e eletricista industrial), nos turnos da manhã, tarde e noite, e programa para novembro o curso de costura industrial.

O Senac vai disponibilizar 35 vagas para o curso de administração básica. O parceiro IFPA também sinaliza o inicio de cursos, agregando as famílias dos catadores. Enquanto eles estiverem sendo qualificados, os filhos estarão desenvolvendo atividades.

A novidade é que a partir de segunda-feira, a CDH para disponibilizar ônibus para o transporte  gratuito dos alunos, nos três turnos dos cursos que estão ofertados pelo Senai, na comunidade.

O Comitê de apoio aos catadores que decidiram permanecer na atividade antiga,  também já desenvolvem uma atividade, com a coleta de matérias recicláveis no conjunto Júlia Seffer, em Ananindeua. Enfim, o trabalho de ajuda humanitária segue a todo vapor. Nosso próximo encontro é semana que vem, numa aula inaugural na comunidade. Um novo balanço das atividades será debatido dia cinco de novembro.


A campanha foi iniciada após nossa visita ao lixão para conhecer de perto a realidade das mais de duas mil pessoas que ficaram sem trabalho, sem renda e sem perspectiva, após o fechamento do Aurá. Reveja o vídeo, onde mostramos como tudo começou.




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