Discussões sobre a erosão na praia do Caripí são retomadas

Foram retomadas nesta segunda-feira as discussões sobre o problema de erosão da praia do Caripí, em Barcarena. Realizei uma reunião de trabalho para anunciar a segunda etapa de ações, a construção de um muro de arrimo, com recursos oriundos de emenda parlamentar.

Participaram da reunião de hoje representantes da Associação de Moradores e Comerciantes do Caripí, Ministério Público, Sudam, SPU, Câmara de vereadores e prefeitura de Barcarena, além dos deputados que formam a força tarefa criada para salvar uma das praias mais bonitas da região. 


Faço parte dessa comissão, que vai assinar uma emenda compartilhada, inédito na Alepa, para a liberação dos recursos, que serão destinados à Secretaria de Desenvolvimento do Estado, SEDOP, a executora da obra. Também foi anunciada uma terceira etapa do projeto. Gravei uma entrevista para a TV Liberal e Rádio WEB Alepa, para falar dos detalhes da reunião, comandada por mim e o colega Renato Ogawa.



A mobilização para salvar a praia do Caripí partiu dos comerciantes e moradores da comunidade, que estão preocupados com o desaparecimento de um dos lugares mais bonitos da região, que gera renda e emprego. Abraçamos esta causa desde fevereiro deste ano, quando participei da primeira reunião convocada pelo Ministério Público Estadual. 

A erosão na praia do Caripí, em Barcarena, portanto, não é apenas um problema ecológico, mas, também econômico. De acordo com Associação dos Moradores e Comerciantes da praia, cerca de 1.000 empregos diretos estão sendo prejudicados desde que a erosão se agravou. São garçons, cozinheiros, ambulantes e camaroeiros das ilhas. Cinco barracas já foram destruídas pela força da maré e outras vinte estão ameaçadas de desabamento. O pior de tudo é que os turistas, principal fonte de renda, sumiram.

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