Financiamento privado em campanha eleitoral enfraquece a democracia. A Reforma Política é a única saída

A Reforma Política busca, entre outros itens, afastar das eleições a influência do poder econômico sobre as candidaturas, proibindo o financiamento das campanhas com dinheiro privado.

O financiamento privado em campanhas eleitorais está despolitizando a política e enfraquecendo a própria democracia. Ele vicia as elites políticas e cria ambiente de disputa por mais recursos.

Quais as consequências? O uso avassalador do financiamento privado nas campanhas vai configurando parlamentos cada vez menos representativos. O chamado baixo clero

As eleições proporcionais, principalmente, vão reduzindo cada vez mais o espaço para apresentação de propostas e ideias, impõe-se o dinheiro. Com as campanhas ficando cada vez mais caras, quem não arrecada, vai sendo vencido pelo rolo compressor do dinheiro, viciando o eleitor. É comum durante a campanha o candidato ser abordado por eleitores solicitando dinheiro pelo voto. O"anormal"é não dar dinheiro.

O fim do financiamento privado é passo essencial e imprescindível para combater a corrupção e recuperar a política. A Reforma Política, portanto, é necessária.

Eu espero que, pela primeira vez, com a declaração pública da Presidenta Dilma, pela Reforma Política, possamos ter na câmara, no senado e nas cidades brasileiras uma ampla discussão sobre o que quer o povo brasileiro a respeito e eu não tenho dúvida de que o povo quer mudança.

Comentários