O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A SAÚDE DO PARÁ?


Uma das bandeiras da campanha do então candidato ZENALDO COUTINHO, o "S" da saúde, pelo andar da carruagem não entrou em ação de fato. O que se viu até agora foi o inusitado ESTADO DE EMERGÊNCIA NA SAÚDE, que permitiu ao gestor municipal realizar compras sem o rígido processo licitatório que a Lei 8.666/93 exige nas situação ditas "normais", e o anúncio da aquisição do prédio velho do Hospital Porto Dias pela bagatela de 100 milhões de reais, acompanhando a política que vem sendo feita pelo PSDB a nível estadual, com a compra de mais de três hospitais no Pará. 

Recuperando a plataforma de campanha do então candidato, considerando que já temos 6 meses de governo municipal, sinto falta dos tão propalados postos de saúde 24h nos bairros. Talvez estes 100 milhões pudessem ser a saída para que a atenção básica, que de fato deveria ser a tônica dos investimentos, viesse a funcionar efetivamente para desconcentrar a urgência e emergência e, consequentemente, a média alta complexidade. 


Agora com as greves anunciadas, pela falta de capacidade de negociação da gestão municipal, todo o complexo de atendimento ficará comprometido e quem pagará esta conta é a população.

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