Pesquisas que erraram feio em eleições no Pará. E a agenda intensa nos últimos dias antes da eleição

Dias de agenda bem intensa, agora que estou liberado para fazer campanha. Hoje a noite estarei no comício da Dra. Graça do PT em Nova Ipixuna, município que percebe a aproximação da mudança .

Hoje pela manhã, participei da concentração de multiplicadores da campanha Ivanize vereadora, nº 13.130 na frente do Teatro da Paz, em Belém. Uma campanha organizada, bonita e vitoriosa! Também hoje pela manhã conversei com o favoritismo Salvador Chamon, do PT, que é o próximo prefeito de Ipixuna doPará.

Ontem, participei da plenária em Belém com o Ministro Alexandre Padilha, que assegura apoio para Alfredo (PT) resolver a crise da saúde na nossa capital. Da plenária, parti para o Acará, local em Dilvanda Faro (PT) recepcionou Ministro Padilha e fechou compromissos para resolver a crise da saúde no Acará. Em seguida fui a  Nova Timboteua e fiz reunião e participei de  comício do Luiz Bagaceira(PTB) com Adeilson(PT) vice, comício que indicou o favoritismo de Bagaceira e Adeilson. 

Aliás, uma informação: a candidatura tucana de Manoel Nogueira foi impugnada em segunda instancia. Atenção, população de Nova Timboteua: votou no Manoel Nogueira, perdeu o voto!

Outro grande, animado e imenso comício que participei ontem foi em Irituia.com o Jeferson Lima(PR) mais Totó(PT) vice, chapa favorita.

Deixo com vocês artigo sobre pesquisas, texto publicado pelo jornalista Carlos Mendes em seu facebook hoje;

Em meu twitter, já questionava sobre a manipulação das pesquisas:


  • Que fatores tão extraordinários explicam a redução de 22 pontos em 1 semana entre 2 candidatos nas eleições em Belem?

  • Sou a favor da proibição de publicação de pesquisas eleitorais. Isto virou um grande negocio e interfere no jogo democrático.
  •  A realidade não pode ser moldada conforme a vontade e a conveniência de alguns: pesquisas publicadas abusam da imaginação!

Em Concórdia, com o companheiro Elias Santiago.





Em Belém, na plenária com o ministro Padilha.

Em São Miguel do Guamá.

Em São Miguel, com o vereador Edu Peixoto. Fotos: Mauro Ribeiro.

PESQUISAS QUE ERRARAM FEIO EM ELEIÇÕES NO PARÁ 


1990: o Ibope dizia que o futuro governador seria Xerfan. Ganhou Jader;

1994: o Ibope dizia que Jarbas Passarinho seria o governador e Almir, que era o terceiro na pesquisa, ganhou.

1996: o Ibope dizia que Ramiro Bentes seria o prefeito de Belém. Ganhou o Edmilson que era o quarto na pesquisa.



1998: o Ibope dizia que o Hélio Gueiros podia comprar o terno da posse para o Senado. Ganhou Luis Otávio que um tracinho nas pesquisas.

2002: o Ibope dizia que Ademir Andrade iria para o segundo turno. Não foi e quase a Maria do Carmo, que estava em quarto, se tornava inquilina do Palácio dos Despachos.

2006: o Ibope dizia que Almir Gabriel seria governador de forma consagrada eleito no primeiro turno e quem venceu foi Ana Júlia.

2008: pelo Ibope, Valéria seria a nova prefeita de Belém. Perdeu feio e terminou em quarto lugar.”





ESTATÍSTICO FALA SOBRE MANIPULAÇÃO DE PESQUISAS E ALERTA OS INSTITUTOS

Em entrevista ao jornal "O Dia", o estatístico Paulo Jales, presidente do Conselho de Estatísticos (Core) da 7ª Região, que envolve os estados do Piauí, Ceará, Maranhão e Tocantins, foi entrevistado e falou sobre o assunto. Segundo ele, a principal dificuldade para se identificar que houve fraude é quando o instituto realiza mais entrevistas do que foi informado no registro da pesquisa e se faz uma seleção para alcançar o resultado pretendido.

Os demais são eliminados. "Essa técnica é infalível, é a pior de todas que eu acho porque você fabrica um resultado sem deixar vestígios. Estão lá todos os questionários da pesquisa, não tem o que contestar", explica Paulo Jales. Ele destaca ainda que é quase impossível um fiscal identificar porque os questionários que subsidiaram a pesquisa estarão lá disponíveis.

Outra bastante utilizada, segundo Paulo , é quando se monta um questionário que leva ao resultado desejado. "A sequência das perguntas leva ao resultado que favorece determinado candidato. Você montou um questionário e dirigiu uma pesquisa. Eu acho impossível se fiscalizar essa", afirma. Jales lembra ainda da manipulação das pesquisas por meio da mudança dos percentuais dos candidatos dentro da margem de erro.

"Se a margem de erro da pesquisa é 3%, o instituto tira três pontos desse candidato e coloca para o outro. Se um candidato teve 40% na pesquisa com margem de erro de 3%, e o candidato do contratante teve 30%. Então você baixa o do adversário para 37% e sobe o do contratante para 33%", pontua, ressaltando que essa é uma técnica que se faz a pedido do contratante. Paulo Jales afirma que geralmente os institutos alegam que o motivo para os diferentes resultados apresentados é a metodologia empregada por cada instituição.

DEVE TOMAR PROVIDÊNCIAS
Entretanto, ele contesta e dispara. "Isso vai muito mais de despreparo. Os institutos que têm por aí, que nascem e morrem de pesquisas eleitorais, a maioria não têm preparo. Há pessoas que conhecem a técnica e se aventuram a fazer pesquisas. É muito mais pelo despreparo do que pela metodologia. Está faltando regulamentação e mais fiscalização", criticou. Paulo Jales veio ao 180graus e acrescentou: "Eu espero que os institutos estejam preparados para quando passar a eleição. É que nós já estamos juntando um grande número de resultados de pesquisas, no Piauí, no Ceará e no Ceará, no Maranhão e no Tocantins, para divulgar um grande comparativo após as eleições. Isso vai desmascarar muita gente, vamos ver quem é quem". 

Em entrevista ao 180graus, Paulo Jales fala sobre manipulação de pesquisas

MULTAS DA JUSTIÇA SÃO ALTÍSSIMAS 
O gerente do BrVox Márcio Lima, por exemplo, disse que tem tomado todas as providências necessárias no que diz respeito a divulgação de pesquisas eleitorais. "Nós precisamos ter uma postura de comprometimento com o eleitor. Os números de uma pesquisa eleitoral funcionam como um termômetro da eleição. Uma pesquisa aponta se a maioria das pessoas quer esse ou aquele candidato. Isso mexe com algo que é decisivo para a população: a escolha da pessoa que vai comandar a sua cidade nos próximos quatro anos. É por isso que levamos a sério. Registramos nossas pesquisas, fazemos consulta com nossos advogados junto à Justiça Eleitoral. Enfim, seguir as regras do processo eleitoral corretamente", disse Márcio Lima.

De acordo com o artigo 20 da resolução 23.364 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dispõe sobre pesquisas eleitorais para as eleições 2012, a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor R$53.205,00 a R$ 106.410,00. Serão responsabilizados penalmente os representantes legais da empresa ou entidade de pesquisa do órgão veiculador.

Comentários

Anônimo disse…
Meu caro amigo Bordalo, quantas e quantas vezes votei no então lutador Lula e o mesmo nunca ganhava as eleições. Mas, seja consciente: Ninguem perderá o voto votando com consciencia, perderia eu se votasse em quem meu coração não pedisse... votat perdido é votar sem paixão, sem consciencia do que é melhor para Nova Timboteua. Chega de Gatunos que só afundaram nossa Cidade, veja as matérias nom DOL e na Justiça Estadual. Voto com consciencia e PT no Pará nunca mais. Se o Manoel não chegar a ser eleito, mas meu voto não foi perdido, não participei dessa quadrilha que aí está e nem patrocinei para que o mesmo continuasse.
Anônimo disse…
O Governador do Pará, quando era candidato, anunciou um POLICIAMENTO ORIENTADO PREVENTIVO, mas nem a Secretaria de Segurança Pública e nem a Polícia Militar praticam o mínimo de policiamento comunitário. O que está acontecendo. O governador mentiu ou as autoridades são incompetentes? Cadê a polícia comunitária?