Com empréstimos bilionários, Governo Jatene vai inviabilizar a adminisitração pública. E greve do Banpará tem meu apoio!

Conforme adiantei no meu twitter, funcionalismo do Banpará entrou hoje em greve por melhores salários e condições de trabalho. Declaro meu apoio à greve, assim como meu protesto e repúdio diante da truculência, violência e falta de civilidade da direção do banco contra uma diretora do Sindicato, uma mulher, uma companheira.

O Sindicato dos Bancários e  os funcionários exigem conduta democrática da direção do banco e negociação já! O governo Jatene não respeita direito de greve no Banpará. 


Mas não fica na falta de democracia o governo de Jatene. Há também o preço de uma reeleição: mais de 3 bilhões de endividamento do Estado do Pará, comprometendo as futuras gerações.O pacote bilionário de empréstimos foi analisado hoje na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

Na minhã opinião,o gov. do Pará vai passar à história como o JADEVE, isto é, cada paraense já nasce endividado. A administração de JADEVE será responsável por mais de 3 bilhões de endividamento em dois anos. E que inviabiliza administração pública paraense a partir de 2019. 

Já o pacote de arrocho do JADEVE desnuda descontrole nos gastos e contratação de temporários e assessorias. Coroando tudo isso, a propagamda tucana, enganosa como ela só. Quer um exemplo? o desmatamento no Pará é o segundo maior no Brasil e os chamados Municípios Verdes são mais uma  propaganda enganosa.

No blog da Franssinete, a análise preliminar das explicações do governo Jatene diante do pacote bilionário de empréstimos:

Governo foi à Alepa explicar empréstimos
A área de Educação do governo do Estado foi a única a apresentar esclarecimentos considerados satisfatórios pelos deputados estaduais, hoje, em reunião com cerca de três horas de duração, após a sessão plenária, conduzida pelo presidente em exercício da Comissão de Justiça, deputado Raimundo Santos (PEN), com a presença do presidente da Alepa, deputado Manoel Pioneiro (PSDB), da qual participaram o secretário especial de Promoção Social, deputado federal Nilson Pinto (PSDB) e os secretários de Educação, Cláudio Ribeiro; de Segurança Pública, Luiz Fernandes; de Transportes, Eduardo Carneiro; e de Obras Públicas, Joaquim Passarinho, além do presidente da Companhia de Portos e Hidrovias, Abraão Benassuly, dos diretores da Cosanpa Antonio Fernandes e Alfredo Barros, do superintendente do Sistema Penal, André Cunha, e das técnicas da Sepof Nazaré Costa e Ana Azevedo.

Nilson Pinto fez uma explanação detalhada acerca da destinação dos recursos que estão sendo pleiteados junto ao BID, no valor de US$200.810.000,00, a serem aplicados obrigatoriamente na melhoria da qualidade e expansão da cobertura da educação básica no Estado do Pará, e entregou o projeto completo, com anexos discriminando todos os elementos solicitados pelo relator, deputado Raimundo Santos, em seu parecer na CCJ.

O projeto se beneficia de ter a carta-consulta elaborada concomitantemente à elaboração do PPA 2012-2015: o dinheiro necessário à sua execução, ao lado da contrapartida, já está previsto pela Seduc. E, afora o aporte financeiro, a escolha do BID se justifica pelo valor agregado que o Banco Interamericano de Desenvolvimento pode oferecer, com a expertise dos projetos de Educação que já financiou na região e, principalmente, os projetos inovadores no ensino de Matemática e Ciências que o BID tem apoiado na Argentina e o acompanhamento que tem feito do projeto de incorporação de Tecnologias da Informação e da Comunicação na educação, no Uruguai. 

Admitindo que o Pará tem cerca de 12 mil presos e cerca de 6 mil vagas, o secretário de Segurança Luiz Fernandes fez um discurso político mas não detalhou os investimentos como solicitado, e prometeu encaminhar oficialmente a relação dos municípios beneficiados, com a relação custo-benefício,>informando onde serão construídas trinta novas unidades integradas Pro-Paz e cinco novas casas penais. 

 O presidente da CPH, Abraão Benassuly, revelou que o Iterpa já definiu uma área de 12 mil hectares que será desapropriada para a construção da plataforma logística do Guamá - Porto de Pernambuco, em Inhangapi, e explicou a adequação do Porto de Santarém e de portos localizados na margem esquerda do rio Amazonas (na verdade terminais hidroviários de cargas e passageiros, os chamados portinhos). Contou, ainda, que o terminal de Itaituba está interditado pela Antaq.  

O secretário de Transportes, Eduardo Carneiro, esclareceu que a operação de crédito também servirá para pavimentação da PA-255, no trecho Rio Amazonas/Murumuru/Monte Alegre, no Oeste do Pará; implantação da Rodovia do Yamada, em Belém, construção e adaptação de aeródromos, especialmente no Marajó, e, ainda, à construção da ponte de concreto na PA-151, no rio Igarapé-Miri, na região Nordeste do Pará, além da restauração e pavimentação da PA-150, no trecho Moju/Goianésia/Morada Nova (Marabá), melhorando as condições de trafegabilidade essa importante rodovia estadual, que interliga as regiões metropolitana de Belém, Nordeste e Tocantins ao Sul e Sudeste do Pará; restauração da Alça Viária, no trecho do Km 33 ao Km 69; pavimentação da PA- 287, entre Conceição do Araguaia e Redenção; restauração da PA-275, no trecho Eldorado dos Carajás/Curionópolis/Parauapebas e duplicação da Av. Perimetral, em Belém. 

Todos se comprometeram a enviar com urgência ao relator, deputado Raimundo Santos, os dados detalhados, a fim de que sejam incluídos no parecer e os projetos entrem em votação no plenário, na próxima terça-feira. 

Estavam presentes, além dos presidentes da Alepa, Manoel Pioneiro, e da CCJ, Raimundo Santos, os deputados Eliel Faustino (PR), Megale (PSDB), Nilma Lima(PSD), Cássio Andrade (PSB), Airton Faleiro (PT), Mílton Zimmer (PT), Ana Cunha (PSDB), Alfredo Costa (PT) e Hilton Aguiar (PSC).

Comentários

Anônimo disse…
Deputado, olha mais essa do Mario Cotôco senador da tucanalhada:


"O senador Mário Couto (PSDB-PA) é acusado de racismo e abuso de autoridade por uma mulher a quem teria ofendido com xingamentos discriminatórios. A assistente-administrativa Edisane Gonçalves de Oliveira, de 34 anos, contou em depoimento na polícia que após revidar às supostas agressões verbais do senador e diante de várias testemunhas, foi detida por ordem de Couto, que alegou ter sido "desrespeitado como senador da República". Levada à delegacia de Salinópolis - um balneário banhado pelo Oceano Atlântico na região nordeste do Pará, a 265 km de Belém - a mulher prestou depoimento e foi liberada. Ainda no mesmo dia, ela decidiu processar o senador.

O promotor de Justiça de Salinópolis, Mauro Mendes de Almeida, procurado pelo Grupo Estado, informou que remeteu as peças do inquérito policial para o Supremo Tribunal Federal (STF) em razão de o senador gozar de foro privilegiado. Mas quem decidirá se abre ou não processo contra Couto é o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem a queixa crime será remetida pelo STF.

O caso ocorreu no dia 13 de agosto passado, durante uma caminhada do senador e de seus cabos eleitorais pelas ruas do bairro Cuiarana. Couto apoia o candidato a prefeito Di Gomes, mas alguns moradores, incluindo Edisane Oliveira, não permitiram que cartazes com a foto do afilhado político dele fossem pregados nas paredes de suas residências. Isso teria irritado o tucano.

No dia 24, onze dias depois da denúncia da assistente-administrativa, fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Estado Pará (Adepará) e da Delegacia de Polícia do Meio Ambiente fecharam um pequeno açougue de propriedade de Ivanildo de Lima Correa, companheiro da denunciante. Conhecido por Vando, o rapaz foi preso em flagrante sob a acusação de manter 42 quilos de carne e frango "impróprios para consumo", acondicionados em um freezer.

"Até hoje não entendi porque fui preso. Em julho, a vigilância sanitária esteve no meu estabelecimento, que é legalizado, viu a carne e o frango estocados do mesmo freezer e nada viu de ilegal. Agora, entraram lá e jogaram creolina em cima dos alimentos e depois levaram para incinerar. Estou me sentindo perseguido, pressionado até o pescoço", queixou-se Correa, por telefone, ao Estado.

Ele ficou na cadeia durante oito dias, sem dinheiro para pagar a fiança, arbitrada pela polícia em 30 salários mínimos, e foi solto, segundo suas próprias palavras, depois que o senador, após acordo, conseguiu reduzir o valor para apenas um salário, pagando do próprio bolso a soltura. "Eu quero saber como isso vai ficar, O senador pagou, mandou me soltar e até me deu um advogado", declarou o açougueiro.

Por telefone, o senador contou ao Grupo Estado uma outra versão, afirmando que foi ofendido por Edisane Oliveira e que um cabo eleitoral que estava na carreata foi agredido por ela com palavras racistas. Ele negou ter mandado prender a mulher e que dias depois foi procurado por ela, que queria se desculpar pelo que tinha acontecido. "A questão é política, ela apoia o atual prefeito e eu, outro candidato", disse Couto, que também rebate e acusação de ter mandado prender o açougueiro e os alimentos que ele vendia em seu estabelecimento. "Foi a Adepará que foi lá e viu carne estragada que ele vendia. Estava tudo podre", acrescentou, garantindo que nada tem a ver com o fato de a polícia prender Correa em flagrante.

Ao ser informado de que a promotoria de Salinópolis havia encaminhado o inquérito para o STF e que caberá ao procurador-geral da República decidir se irá processá-lo, o senador falou ao Grupo Estado: "que bom, estou morrendo de medo por causa disso". (DOL, com informações da Agência Estado)

Anônimo disse…
era o esperado companheiro.