terça-feira, 10 de maio de 2011

Sindicato dos Bancários Pará-Amapá rechaça perseguição política do Palácio dos Despachos

Estou muito preocupado com a situação de alguns funcionários do Banpará (Banco do Estado do Pará), que estão sofrendo uma abominável perseguição política, oriunda da direção da empresa. Os próprios funcionários afirmam que “começou a temporada do terror no Banpará”. O fato é que a direção da empresa determinou que todos os funcionários que foram cedidos ao Governo da companheira Ana Júlia Carepa fossem destituídos da função e transferidos para as agências, de preferência uma agência bem distante de sua residência. Segundo relatos de bancários, a determinação da perseguição teria partido diretamente do Palácio dos Despachos.

Recebi representantes do Sindicato dos Bancários Pará-Amapá no meu gabinete, queremos uma explicação plausível para o terrorismo instalado no Banpará. Rosalina Amorim, presidente do Sindicatos dos Bancários, é contrária a ação da diretoria. Ela afirma que esta atitude pode comprometer o desenvolvimento do banco: “Se deixarmos que se instale a perseguição por motivos políticos, estará aberta a porta para o fracasso de qualquer tentativa de manter o BANPARÁ no ritmo de crescimento que vem experimentando nos últimos anos, o que coloca em risco o futuro da empresa e de seus funcionários”.

Já para a diretora de saúde do Sindicato, Érica Fabíola, “o que a direção do Banco acaba de fazer representa um recado claro: o que valerá de agora em diante não será a competência profissional, mas a bajulação e o adesismo político ao governo de plantão, o que não pode nortear as ações da direção de uma Instituição Financeira que se pretenda digna deste nome”.

4 comentários:

Anônimo disse...

Deputado essa é a mais pura verdade! Até colega designado para exercer função gratificada por Portaria assinada pelo atual presidente do Banpará, Sr. Augusto Sérgio,foi dias depois, através de nova Portaria, assinada pelo mesmo cidadão, destituído da função para a qual havia sido anteriormente designado, simplesmente por ter contribuido com sua força de trabalho ao governo da Ana Júlia. A questão da perseguição política é inquestionável e repugnante, apesar de que nossas leis e inclusive o próprio Código de Ética da instituição condenam a prática. O clima interno no banco é de indisfarsável castração e de revolta. O que fazer diante da humilhação pela qual estão passando os colegas??

Anônimo disse...

Dá vontade de dizer: Bem feito, quem mandou votar no Simão Lorota? Agora, aguentem as consequências, pois voto não tem preço.

Anônimo disse...

E PARA QUE SERVE A JUSTIÇA, O TEMPO DA DITADURA JÁ PASSOU.

Anônimo disse...

É terrível saber que na época que estamos ainda existe esse tipo de coisa. Mas não me impressiona mais, sou do Estado do Tocantins e aqui o PSDB prega a mesma politicagem com os servidores deste estado.