Norte puxa emprego, mas sem jovens Pará fica atrás

O Ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), acabou de anunciar os números da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2010. No período de 2003 a 2010, a geração de empregos formais atingiu 15,3 milhões de postos de trabalho. Só em 2010 o Brasil gerou 2,861 milhões de empregos formais, crescimento de 6,94% em relação ao mesmo período em 2009, aumento anual de 5,51%, inédito na história do emprego formal em oito anos sucessivos. Temos 44 milhões na formalidade.

Quero destacar o crescimento do emprego entre os jovens, cuja expansão do emprego foi maior que o dobro do crescimento médio, chegando a mais 19,06%.

Segundo o mesmo estudo, a criação de empregos foi mais forte no Norte e Nordeste, ficando a nossa região com o índice de 9,9% de aumento da oferta de trabalho.

Com tudo isso, empregos batendo recorde, Norte puxando essa tendência e jovens conseguindo um lugar ao sol crescendo mais do que o dobro da média brasileira e o governo de Simão Jatene atrasando e sem sabe o que fará com o Bolsa-Trabalho e com o Projovem Urbano. O primeiro, já tinha colocado mais de 40 mil jovens no mercado de carteira assinada.

Talvez esse desperdício, esse não-investimento na juventude, como nosso governo fazia, nesse momento que temos uma inédita população juvenil no país e no estado, explique que Acre e Amazonas sejam os líderes da região, ao invés do Pará, segundo este estudo específico.

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