quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Neste domingo, peço seu voto, Bordalo 13130!

Caro leitor e leitora do blog, domingo é um dia decisivo e quero pedir seu voto para deputado estadual, Bordalo 13130, assim como para meu parceiro de sonhos e lutas em defesa dos trabalhadores, da jvuentude e do Pará, Beto Faro 1313.

Peço seu voto em nome do projeto que represento, junto ao presidente Lula, nossa candidata Dilma e governadora Ana Júlia. A direita quer voltar, com sua agenda de corte de investimentos (que eles chamam de gastos), privatizações, arroucho salarial, desemprego, aumento da pobreza, etc, mas nós não vamos deixar e, pelo contrário, elegendo uma forte bancada aliada do projeto que colocou o Brasil entre os grandes países do mundo e acelerou o desenvolvimento do Pará, avançaremos muito mais, isolando os representantes das classes dominantes e poderosos.

Meu desempenho parlamentar, bem como minha presença no interior do Estado, são prioridades do meu mandato estadual. Sou um dos parlamentares mais atuantes da ALEPA. Já participei de 360 Sessões Ordinárias e Especiais, 500 Audiências Públicas e Políticas, 95 Audiências com Secretários, 43 Reuniões do Consep. Já protocolei 160 requerimentos, 27 projetos, 168 moções e 352 emendas ao orçamento. Dentre os projetos apresentados um dos mais importantes é o que trata da instalação de portas eletrônicas e câmeras de segurança nos estabelecimentos bancários do Pará.

A transparência deste mandato é um dos fatores positivos para seu sucesso, tanto é que a prestação de contas do meu mandato pode ser acompanhada por este blog, por todo mundo.

Na luta pelo combate à exploração sexual infanto-juvenil, fui o autor do requerimento que deu origem a criação da CPI da Pedofilia na Assembleia Legislativa do Pará. O pedido foi apresentado em abril de 2008. Mais de 100 mil crianças e jovens já foram vítimas de pedofilia, 81% dos casos ocorrendo dentro da família. O relatório possui mais de 232 páginas.

Desengavetei e lutei para aprovar a regulamentação da meia-passagem intermunicipal, com intuito de conter a evasão escolar e a repetência em todos os níveis de ensino, aliviando a renda doméstica. Foi o meu mandato que tomou, no já distante ano de 2007, a iniciativa política de dialogar com o Governo do Estado no sentido de agilizar a regulamentação, viajando o estado inteiro promovendo Audiências Públicas, para discutir essa demanda tão urgente para a juventude paraense, pois beneficiaria mais de 100 mil estudantes . Hoje, o processo de cadastramento das instituições de ensino que serão beneficiados pela meia-passagem intermunicipal iniciou através do Portal do Governo (http://www.pa.gov.br/meia_passagem.asp).

Juventude é minha prioridade, por isso apresentei três Emendas à Constituição do Pará voltadas a assegurar direitos e oportunidades para os jovens. Uma delas, a “PEC da Juventude”, além de incluir o termo “Jovem” na Constituição, obriga o Estado a desenovlover políticas específicas nas áreas do trabalho e renda, saúde, cultura, esporte, lazer, assistência social, segurança pública, direitos humanos e transporte. Outra, estabelece a reserva de 30% das vagas ofertadas nos concursos públicos estaduais para a faixa etária de 18 a 29 anos, em todos os níveis.

Tive atuação importante na aprovação do Programa Bolsa Trabalho e sua interiorização, via emendas parlamentares. Atualmente, o programa possui 72 mil bolsistas em 77 municípios de todas as regiões de integração do Pará. Desses, cerca de 38 mil concluíram o curso de qualificação e 18 mil já começaram a trabalhar com carteira assinada.

Por fim, Outro tema que merece atenção do deputado Bordalo é ome empenhei pelo desenvolvimento da Agricultura Familiar, que é responsável por 70% dos alimentos dos paraenses. Desta forma, um novo modelo que envolve o aumento da produtividade, por meio do acesso a capacitação, a tecnologia, aos insumos e máquinas passou a ser implementado pelo atual Governo, com grande contribuição do mandato através de emendas. Tudo isso possibilita aos agricultores familiares produzir mais sem a necessidade de derrubar nenhuma árvore.

Também em apoio à Agricultura Familiar, me engajei com firmeza pela renegociação das dívidas dos produtores, cujo decreto que autorizou o presidente Lula assinou dia 29 de março de 2010, determinando ao BASA a renegociação, em ótimas condições, das dívidas de quem ainda não liquidou os financiamentos antigos contratados com recursos do FNO: o FNO Especial, o PRODEX e o PRORURAL.

Tenho história de luta desde os anos 80, no bairro da Sacramenta pelo direito das pessoas de baia renda terem a Casa Própria, como Secretária de Economia do governo do PT em Belém, fui responsável pela reforma do Ver-o-Peso, que mudou a vida dos feirantes e valorizou nosso principal cartão postal como um espaço de geração de emprego, renda e turismo.

Por toda essa atividade e trajetória, peço seu voto, neste domingo: Bordalo, deputado estadual, 13130!

O voto certo no Senado, pelo nosso projeto e contra o neoliberalismo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisou na última quarta-feira, 22.09, o processo de aplicação da Lei “Ficha Limpa”. O TSE analisou somente o recurso que trata do EMBARGO DE DECLARAÇÃO, que trata de uma peça assessória do processo principal da lei do "ficha-limpa". O Processo principal encontra-se suspenso no TSE visto que na votação da semana passada houve impasse de 5x5 nos votos e como aquela Corte só dispõe de, neste momento, 10 juízes, precisaria que Lula indicasse o 11º Ministro para que este votasse.

Então, Jader e Paulo Rocha, diferentemente do que vem expondo o jornal O Liberal, aliado histórico do PSDB, estão mais do que confirmados ao pleito de 3 de outubro. E eles representam, por serem da base de apoio ao presidente Lula, por representarem no Párá, a coligação para eleger Dilma, para o Brasil seguir mudando, os candidatos que decisão do diretório estadual do PT, indicam a todos os militantes para votarem ao Senado: Paulo Rocha 131 e Jader Barbalho 151. Esse será meu voto e do meu companheiro Beto Faro.

Esta disputa pelo Senado será disputadíssima e o voto em qualquer outros candidatos que não Paulo Rocha e Jáder, na verdade, como as candidaturas de PSOL e PSTU não tem chances de vencer, serão votos, na prática, por omissão, no PSDB, no empreiteiro Flexa Ribeiro, que fará oposição a Dilma como tem feito a Lula, defendendo privatização, arroucho salarial e uma política conhecida que leva ao sucateamento da educação, recessão econômica, desemprego e aumento da pobreza, além de submissão aos países estrangeiros, como os Estados Unidos.

Mas, também para além disso, para quem pensa em fazer do seu segundo voto uma negação à Jáder, saibam que as candidaturas do PSOL e PSTU também são de oposição ao projeto petista de Lula, Dilma e Ana Júlia e, repito, sem nenhum idealismo como pode aparentar como alguns, a realidade revela que este voto "de esquerda" será, no fundo, em benefício de Flexa, já que, na conta geral, será menos um numa candidatura aliada do PT e do nosso projeto político.

Vamos todos, dia 03, votar em Paulo Rocha 131 e Jáder Barbalho 151, os candidatos do nosso projeto!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vamos eleger Ana Júlia no primeiro turno, com a força da militância!

Desde 2007(leia nota abaixo), a governadora Ana Júlia opôs a esse estado de coisas uma gestão que aumentou em números reais o salários dos servidores. 9,8% em 2007. 9,21% para nível operacional, 10,07% para nível médio e 6,5% para nível superior, em 2008. Realizou um concurso público com mais de 20.000 vagas e não apenas reestruturou o IASEP como ampliou e regulamentou o atendimento do PAZ através do Instituto.

Na educação, o Navega Pará tem levado a inclusão digital e a informatização para 3 milhões de paraenses, principalmente os jovens. Já são 10 mil novos professores concursados e efetivados na rede pública, o vale-alimentação foi estendido a todos os funcionários públicos da área, 3,5 mi liberados para a aquisição de livros para os professores (Cred-Leitura), estamos alcançando a meta de inaugurar 29 unidades de educação tecnológica, 650 escolas nas áreas urbanas e rurais, capital e interior, foram reformadas. O estado foi o primeiro do país a se habilitar frente ao MEC para acessar verbas destinadas a construir, ampliar, adequar e equipar escolas de nível médio tecnológico. Até 2010, R$ 93 milhões serão para este fim. A SEDUC introduziu os Kits Escolares, compostos por canetas, sacolas, lapiseiras, agendas, uniforme e mochilas, correspondentes R$100,00, mais da metade da cesta básica medida pelo Dieese no Pará e um quarto do salário mínimo, desonerando a renda familiar dos trabalhadores e dando resposta contundente às causas da avasão escolar.

Na saúde, além do concurso público realizado, a governadora criou um novo modelo, investindo nos municípios e exigindo contrapartida. Nesses sentido, ampliou a cobertura de atenção básica dos 21,4% recebidos para 36,86%, só que em apenas dois anos e meio de governo. Na nova Santa Casa, cuja obra está em curso, serão abertos 70 leitos da maternidade (de 110 para 180), a UTI pediátrica passará de cinco para dez leitos e terá uma UTI Obstétrica com 20 leitos. A Unidade Materno-Infantil possuirá 6 andares que ficarão prontos em 2010. Até esse mesmo ano, 3 hospitais de urgência e emergência serão entregues para desafogar a demanda pela capital.

Agindo com essa determinação que saímos de campeões de violência no campo para campeões em redução desta violência e estamos encaminhando o mais vasto programa de regularização fundiária da história do Pará, visando estabelecer um ambiente pacífico, legal e seguro para os investimentos; combatemos o crime ecológico com coragem e ousadia, como provam as manchetes contra o nosso governo por atentar contra os desmatadores historicamente incómules à ação do Poder Público.

Para se ter idéia, dos 173 mandatos de reintegração de posse recebidos dos anos neoliberais, restam apenas 63. Contudo, os 6.102 títulos de terra registrados nos cartórios imobiliários estaduais que possuem irregularidades somam 110 milhões de hectares, equivalentes ao próprio Estado do Pará em áreas griladas, ou seja, usurpadas do Poder Público. Por isso, a exemplo da CPI da Pedofilia, cujo requerimento que a criou foi de minha atoria, apresentei iniciativa semelhante na na Assembléia Legislativa para a instalação da CPI da Grilagem.

Na área da segurança pública, o mais grave espólio da herança tucana, a governadora investiu mais de R$ 2,7 milhões em 2007, verba que saltou para mais de R$ 6,6 milhões no ano seguinte. Em 2009, 8,1% do orçamento do Estado será para segurança, apesar dos reflexos da crise financeira mundial. 900 veículos foram adquiridos no ano passado, 1.500 novos policiais foram incorporados por concurso público ao efetivo, quase um terço da tropa encontrada em 2007. Por isso, diminuiu o volume total de crimes praticados em fevereiro de 2009, em comparação a janeiro do mesmo ano e a dezembro e fevereiro de 2008, segundo o Dieese. Aliás, foi esse mega-investimento na logística e no efetivo que permitiu à sociedade ter a dimensão da calamidade em que se encontrava o Pará antes do PT e seus aliados governarem, pois sem estrutura, os crimes aconteciam sem sequer serem registrados.

O Governo Popular ampliou a faixa de isenção do ICMS para melhorar a vida dos mais pobres através das contas domésticas e investe na juventude naquilo que mais lhe é caro: a oportunidade de uma vida melhor. O Bolsa-Trabalho já atingiu 72.000 jovens, colocando 22.000 no mercado de trabalho com a carteira assinada.

Nosso governo reconstrói o modelo de desenvolvimento, repito, forjado como extrativista e primário, estabelecendo a força do Estado na economia. Estamos implantando três parques de ciência e tecnologia vocacionados para qualificar cadeias e ramos produtivos específicos para inovar a produção das empresas, sendo que o do Guamá, em Belém, já começou a ser levantado e já estão previstos o de Marabá e Santarém.

A governadora reforça a infra-estrutura portuária, como os portos de Marabá, Vila do Conde e Santarém, e rodoviária como a PA 124, PA 395, entre muitas; a Perna Sul e a Ponte do Rio Capim, que ligam a Alça Viária à Belém-Brasília; além de intervir na malha urbana de Belém com obras como o Ação Metrópole com o elevado da Júlio César, túneo na Dr. Freitas com anel viário, a duplicação da Transmangueirão e Avenida Independência, reconstrução da Rodovia Arthur Bernardes até Icoaraci, prolongamento da Avenida João Paulo II até o viaduto do Coqueiro e Perimetral. Obras estruturantes que só existiam no discurso, como a conclusão das eclusas de Tucuruí e o asfaltamento da Santarém-Cuiabá e Transamazônica, estão saindo do papel pela força política da governadora, seu prestígio junto ao presidente Lula e o carinho dele pelo Pará.

O Governo Popular está discutindo uma saída para a CELPA que seja orientada pelo interesse público e estratégia de desenvolvimento do estado e NÃO VAI PERMITIR A PRIVATIZAÇÃO DA COSANPA.

Por isso, dia 03, vamos reeleger a companheira Ana Júlia, para o Pará acelerar e não voltar ao tempo do "Já teve", já no primeiro turno. Com a militância tomando as ruas, nós podemos!

Dia 03 é dia de dizer NÃO aos tucanos que acabaram com o Pará

Nos seus 12 anos, os dois governos tucanos se comportaram como escritórios gerenciadores dos interesses de “notáveis” baluartes da nossa economia extrativista e primária, produtores dos nossos índices alarmantes de evasão escolar, analfabetismo, metade da população abaixo da linha da pobreza, liderança nacional em trabalho escravo e violência no campo, cujo maior símbolo foi o Massacre de Eldorado dos Carajás, desmatamento, exploração sexual infanto-juvenil e desmonte do serviço público.

O maior símbolo dessa "paisagem desbotada da memória das nossas novas gerações" é a CELPA. Entregue por míseros 450 milhões de reais a investidores privados estrangeiros (Grupo Rede), hoje em dia está endividada, atrasando o próprio repasse do ICMS ao Estado, sem condições estruturais de sustentar todos os pontos de luz, deixando, rotineiramente, milhares de paraenses às escuras e vulneráveis à violência, sem conseguir responder à demanda do Pará por energia e cumprir o cronograma de expansão da rede de energia do Luz Para Todos, de onde lhe é provido investimento público para esse fim.

Na segurança pública, os governos de Almir Gabriel e Jatene promoveram a redução da frota policial, dos investimentos em inteligência, além do completo sucateamento das delegacias e presídios - o que aprofundou a precaridade da condição de vida dos detentos e a superlotação - do enorme déficit de viatura e efetivo produzido na capital e interior. Em 10 anos, nenhum concurso, apesar desse caos, foi realizado. Os tucanos conseguiram a proeza de diminuir de 1995 a 2006, o efetivo recebido: de 13.700 para 12.000 policiais militares.

Na educação, a regra geral eram escolas sem laboratórios de informática, bibliotecas e material pedagóico básico como giz e apagadores, salas com déficit de cadeiras, arrocho salarial absoluto, ausência de transparência ao repassar verbas públicas para Organizações Sociais (OS) controladas por políticos da União Pelo Pará e, novamente, a precaridade: nada menos que 12 mil trabalhadores temporários foram contratados sem qualquer critério republicano, só na UEPA, 80% do quadro funcional era nesse termo, quando o correto seria a realização de concursos públicos. Com a receita do "corte de gastos", 80 % das escolas públicas ficaram fisicamente comprometidas. Tendência que predominou também quanto ao serviço público de saúde: arrocho nos salários, parcos investimentos nos hospitais de referência, estelionado da municipalização propagandeada por falta de repasse de verba suficiente às prefeituras, contratação de temporários ao invés de concursos. Até os hospitais regionais, anunciados com pompa e circunstância, foram erguidos a toque de caixa e entregues como elefantes brancos de concreto sem equipamento e funcionamento de fato.

A partir desses dados, não é difícil compreender a escalada da violência ou da "sensação de insegurança", como gostava de chamá-la Almir Gabriel, no Pará. Em 2005, foram registradas 92.080 ocorrências. Em 2006, 102.643 . De janeiro a dezembro de 2007, exatamente um ano após 12 anos de governos tucanos, chegou-se à marca de 105.993.

Dia 03, domingo, leve seu título, com documento com foto, e não deixe esse passado nefasto voltar.

Com Dilma para a vitória em 03 de outubro

Divulgo abaixo a carta do presidente José Eduardo Dutra à militância do PT:

Companheiras e companheiros,

Chegamos à reta final de um processo eleitoral histórico, que fará de Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil.

Com Dilma, no próximo domingo teremos a oportunidade de eleger o terceiro governo popular e democrático do Brasil.

É o momento de confirmar a opção pela mudança, que a sociedade brasileira fez ao eleger o presidente Lula pela primeira vez, em 2002.

É o momento de garantir as conquistas acumuladas nos últimos oito anos; e de avançar ainda mais na construção de um país melhor, mais desenvolvido e socialmente mais justo.

A candidatura da companheira Dilma Rousseff é a certeza de que esse projeto vai prosseguir nos próximos anos.

Ela foi construída sobre uma sólida base de apoio social ao governo do presidente Lula.

Em torno dela formou-se um amplo arco de alianças, agregando todas as forças políticas que nos ajudaram a construir o projeto de desenvolvimento com distribuição de renda e ampla inclusão social.

Dilma Rousseff representa o Brasil que se transforma, que é amado por seu povo e respeitado em todo o mundo.

Ao longo dessa campanha, Dilma defendeu este projeto nos comícios, nas ruas, nos debates, nos programas de rádio e tevê.

De nossos adversários, que não têm proposta, não têm discurso, não têm representatividade, tudo o que ouvimos foi uma campanha de mentiras, falsidade e golpes baixos.

Vamos vencê-los no voto, mais uma vez.

Vamos dar a eles mais uma lição de democracia.

Vamos confirmar nas urnas o que já se sente nas ruas, nas fábricas, nas escolas, na internet: é Dilma vitoriosa no primeiro turno das eleições.

É nessa hora, nesses últimos dias de campanha, que a militância do PT vai fazer a diferença mais uma vez.

Eu me dirijo a vocês, como presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, para convocar a militância mais aguerrida do Brasil.

Você, que tem uma estrela vermelha no peito, pegue sua bandeira, reúna os companheiros, vá para as ruas defender nossa candidata, a candidata do PT e do presidente Lula.

Distribua nossas mensagens pela rede, acione o Twitter, siga nossos blogs, combata as mentiras e os boatos que os adversários espalham.

Vamos mostrar a eles que temos o melhor projeto, a melhor candidata, a melhor aliança.

E vamos mostrar, mais uma vez, que temos algo que nenhum outro partido tem: a militância mais apaixonada desse país.

É a nossa militância que vai fazer a diferença na reta final. Vamos pras ruas, vamos para decidir. Vamos fazer História mais uma vez.

Vamos com garra e determinação, com amor pelo Brasil, com a força do PT.

Vamos para a vitória no dia 3 de outubro!

José Eduardo Dutra

Presidente nacional do PT

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Jatene foge de discutir idéias e propostas, gosta mesmo é de uma boa fofoca

Tendo pautado sua campanha inteira por falsas acusações, factóides e tentativas de falsificar a realidade, Jatene fugiu do debate de ontem, promovido pela Rádio Liberal AM. Alegou estar rouco, mas todo mundo sabe que a fuga se deu porque é um debate de grande audiência, especialmente pela população mais pobre e ele não quis arriscar.

Digo isso porque no comitê amarelo, como no nosso vermelho, se faz pesquisa interna e Simão sabe que pode perder no primeiro turno, ao contrário do que "plantam" e "encomendam" fora.

Mas, a governadora Ana Júlia não deixou passar em branco: para desmascarar mais uma mentira da campanha tucana, a de que a fábrica de chocolate de Medicilândia não existe, ela deixou, em homenagem ao dia de São Cosme e Damião, uma barra de chocolate produzido na fábrica, que agora, industrializa nosso cacau, produto do que somos o segundo maior produtor do Brasil.

Aliás, beira a galhofa a propaganda do PSDB que diz que "estimulou pequenos agricultores a plantarem dendê" onde agora Lula e Ana Júlia erguem o Pólo de Biodiesel. Eles acham que a gente não pensa, definitivamente.

Hoje, depois da novela Passione, tem debate na TV Liberal. Junte seus amigos e assista esse momento decisivo da campanha, aprofundando as idéias e propostas para acelerar o Pará e não nos permitir voltar ao tempo do "Já teve".

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Jornal inglês diz que Dilma é "uma líder extraordinária"

O jornal The Independent destacou neste domingo que o Brasil se prepara para eleger no próximo final de semana a "mulher mais poderosa do mundo" e "uma líder extraordinária". As pesquisas mostram que ela construiu uma posição inexpugnável – de mais de 50%, comparado com menos de 30% - sobre o seu rival mais próximo, homem enfadonho de centro, chamado José Serra. Jornal também afirma que candidata tem sofrido ataques em uma campanha impiedosa de degradação patrocinada pela mídia brasileira.

Hugh O'Shaughnessy - The Independent

http://www.independent.co.uk/news/world/americas/the-former-guerrilla-set-to-be-the-worlds-most-powerful-woman-2089916.html

A mulher mais poderosa do mundo começará a andar com as próprias pernas no próximo fim de semana. Forte e vigorosa aos 63 anos, essa ex-líder da resistência a uma ditadura militar (que a torturou) se prepara para conquistar o seu lugar como Presidente do Brasil.

Como chefe de estado, a Presidente Dilma Rousseff irá se tornar mais poderosa que a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel e que a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton: seu país enorme de 200 milhões de pessoas está comemorando seu novo tesouro petrolífero. A taxa de crescimento do Brasil, rivalizando com a China, é algo que a Europa e Washington podem apenas invejar.

Sua ampla vitória prevista para a próxima eleição presidencial será comemorada com encantamento por milhões. Marca a demolição final do “estado de segurança nacional”, um arranjo que os governos conservadores, nos EUA e na Europa uma vez tomaram como seu melhor artifício para limitar a democracia e a reforma. Ele sustenta um status quo corrompido que mantém a imensa maioria na pobreza na América Latina, enquanto favorece seus amigos ricos.

A senhora Rousseff, a filha de um imigrante búlgaro no Brasil e de sua esposa, professora primária, foi beneficiada por ser, de fato, a primeira ministra do imensamente popular Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ex-líder sindical. Mas com uma história de determinação e sucesso (que inclui ter se curado de um câncer linfático), essa companheira, mãe e avó será mulher por si mesma. As pesquisas mostram que ela construiu uma posição inexpugnável – de mais de 50%, comparado com menos de 30% - sobre o seu rival mais próximo, homem enfadonho de centro, chamado José Serra. Há pouca dúvida de que ela estará instalada no Palácio Presidencial Alvorada de Brasília, em janeiro.

Assim como o Presidente Jose Mujica do Uruguai, vizinho do Brasil, a senhora Rousseff não se constrange com um passado numa guerrilha urbana, que incluiu o combate a generais e um tempo na cadeia como prisioneira política.

Quando menina, na provinciana cidade de Belo Horizonte, ela diz que sonhava respectivamente em se tornar bailarina, bombeira e uma artista de trapézio. As freiras de sua escola levavam suas turmas para as áreas pobres para mostrá-las a grande desigualdade entre a minoria de classe média e a vasta maioria de pobres. Ela lembra que quando um menino pobre de olhos tristes chegou à porta da casa de sua família ela rasgou uma nota de dinheiro pela metade e dividiu com ele, sem saber que metade de uma nota não tinha valor.

Seu pai, Pedro, morreu quando ela tinha 14 anos, mas a essas alturas ele já tinha apresentado a Dilma os romances de Zola e Dostoiévski. Depois disso, ela e seus irmãos tiveram de batalhar duro com sua mãe para alcançar seus objetivos. Aos 16 anos ela estava na POLOP (Política Operária), um grupo organizado por fora do tradicional Partido Comunista Brasileiro que buscava trazer o socialismo para quem pouco sabia a seu respeito.

Os generais tomaram o poder em 1964 e instauraram um reino de terror para defender o que chamaram “segurança nacional”. Ela se juntou aos grupos radicais secretos que não viam nada de errado em pegar em armas para combater um regime militar ilegítimo. Além de agradarem aos ricos e esmagar sindicatos e classes baixas, os generais censuraram a imprensa, proibindo editores de deixarem espaços vazios nos jornais para mostrar onde as notícias tinham sido suprimidas.

A senhora Rousseff terminou na clandestina VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares). Nos anos 60 e 70, os membros dessas organizações sequestravam diplomatas estrangeiros para resgatar prisioneiros: um embaixador dos EUA foi trocado por uma dúzia de prisioneiros políticos; um embaixador alemão foi trocado por 40 militantes; um representante suíço, trocado por 70. Eles também balearam torturadores especialistas estrangeiros enviados para treinar os esquadrões da morte dos generais. Embora diga que nunca usou armas, ela chegou a ser capturada e torturada pela polícia secreta na equivalente brasileira de Abu Ghraib, o presídio Tiradentes, em São Paulo. Ela recebeu uma sentença de 25 meses por “subversão” e foi libertada depois de três anos. Hoje ela confessa abertamente ter “querido mudar o mundo”.

Em 1973 ela se mudou para o próspero estado do sul, o Rio Grande do Sul, onde seu segundo marido, um advogado, estava terminando de cumprir sua pena como prisioneiro político (seu primeiro casamento com um jovem militante de esquerda, Claudio Galeno, não sobreviveu às tensões de duas pessoas na correria, em cidades diferentes). Ela voltou à universidade, começou a trabalhar para o governo do estado em 1975, e teve uma filha, Paula.

Em 1986 ela foi nomeada secretária de finanças da cidade de Porto Alegre, a capital do estado, onde seus talentos políticos começaram a florescer. Os anos 1990 foram anos de bons ventos para ela. Em 1993 ela foi nomeada secretária de minas e energia do estado, e impulsionou amplamente o aumento da produção de energia, assegurando que o estado enfrentasse o racionamento de energia de que o resto do país padeceu.

Ela tinha mil quilômetros de novas linhas de energia elétrica, novas barragens e estações de energia térmica construídas, enquanto persuadia os cidadãos a desligarem as luzes sempre que pudessem. Sua estrela política começou a brilhar muito. Mas em 1994, depois de 24 anos juntos, ela se separou do Senhor Araújo, aparentemente de maneira amigável. Ao mesmo tempo ela se voltou à vida acadêmica e política, mas sua tentativa de concluir o doutorado em ciências sociais fracassou em 1998.

Em 2000 ela adquiriu seu espaço com Lula e seu Partido dos Trabalhadores, que se volta sucessivamente para a combinação de crescimento econômico com o ataque à pobreza. Os dois se deram bem imediatamente e ela se tornou sua primeira ministra de energia em 2003. Dois anos depois ele a tornou chefe da casa civil e desde então passou a apostar nela para a sua sucessão. Ela estava ao lado de Lula quando o Brasil encontrou uma vasta camada de petróleo, ajudando o líder que muitos da mídia européia e estadunidense denunciaram uma década atrás como um militante da extrema esquerda a retirar 24 milhões de brasileiros da pobreza. Lula estava com ela em abril do ano passado quando foi diagnosticada com um câncer linfático, uma condição declarada sob controle há um ano. Denúncias recentes de irregularidades financeiras entre membros de sua equipe quando estava no governo não parecem ter abalado a popularidade da candidata.

A Senhora Rousseff provavelmente convidará o Presidente Mujica do Uruguai para sua posse no Ano Novo. O Presidente Evo Morales, da Bolívia, o Presidente Hugo Chávez, da Venezuela e o Presidente Lugo, do Paraguai – outros líderes bem sucedidos da América do Sul que, como ela, têm sofrido ataques de campanhas impiedosas de degradação na mídia ocidental – certamente também estarão lá. Será uma celebração da decência política – e do feminismo.

Tradução: Katarina Peixoto

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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Diap projeta eleição de Beto Faro

Caros leitores, aproveito para divulgar pesquisa do DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, um órgão sério e reconhecido pela sociedade e pelas instituições, sobre prováveis eleitos à Câmara Federal no Pará. Nela, meu amigo e companheiro Beto Faro aparece com um dos votos mais consistentes, seguido de Miriquinho Batista, Zé Geraldo e Professor Mário Cardoso, dentre os quatro que o Diap, analisando bancada e quociente, acredita que se elegem.

O levantamento faz parte da projeção do DIAP para as bancadas partidárias da próxima legislatura, conforme levantamentos por partido e por coligação em cada unidade da federação.

Veja a pesquisa completa: http://www.diap.org.br/index.php/noticias/agencia-diap/14431-diap-identifica-812-candidatos-com-chance-de-eleicao-para-a-camara-dos-deputados?format=pdf Acompanhe as notícias da minha campanha: http://www.bordalo.com.br/

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Jatene será "ficha suja"

As surpresas não param.

Segundo o jornalista Claudio Humberto, através do seu site pessoal, informa que Simão Jatene também vão figurar a lista dos 'fichas sujas'.

O tucano responde a processo antigo no TSE e, se depender da vontade do procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, o que ele vai ganhar é a condição de inelegível pelos próximos oito anos. Mas a sorte de ambos depende do voto da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, relatora (a sexta) do caso que está sob sua apreciação.

Jatene é acusado de grave violação à Lei Eleitoral (9.504/97): transferência de cerca de R$ 60 milhões, por meio de mais de 500 convênios a municípios paraenses, em 2002, dois meses antes das eleições para governador.

E agora, PSDB?

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ante acusação leviana, Dilma responde na lata. Vejam!

Em campanha aberta e despudorada contra Dilma Rousseff, a Folha de São Paulo entrou em desespero e escalou um batalhão de repórteres com a missão de vasculhar todo o passado da nossa candidata.

É nessa linha que o jornal publicou ontem matéria com o título "Dilma favoreceu firma e aparelhou a secretaria, diz auditoria do TCE". Querem dizer que a candidata petista, quando secretária de Estado de Minas e Energia do Rio Grande do Sul (governos Alceu Collares e Olívio Dutra, na década de 90) favoreceu uma empresa "e aparelhou secretaria".

Dilma negou agora há pouco a "denúncia" e acusou o jornal de usar de má-fé e ser parcial. Veja o vídeo abaixo com a resposta da Dilma, no tom, desmoralizante, como a Folha merece:

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O Pará tá no rumo certo. E vai continuar!

Por Ana Júlia, no blog da governadora

Ontem, debate na TV Record, das onze da noite à uma da manhã. Fiz questão de mostrar que optamos pela industrialização das riquezas par gerar emprego, educação, segurança pública e saúde. Além de atrair indústrias, fomos buscar para o Pará a siderúrgica Aços Laminados do Pará que tava perida pro Maranhão. Fizemos o dever de casa e hoje o pólo de biodiesel está aqui, no Pará, assim como a fábrica de MDF -placas de fibra de madeira - em Paragominas.

Minha proposta é dar continuidade ao ao projeto de desenvolvimento que vem implementando no Estado, no qual o povo tem a oportunidade de emprego e de melhoria da sua qualidade de vida, porque esse é o caminho certo. E tão certo que nos últimos 12 meses, o Pará bateu o recorde com a geração de quase 40 mil empregos. E a previsão é de que serão 120 mil empregos nos próximos 4 anos.

Esse trabalho a partir de um novo modelo de desenvolvimento não pode parar e por isso, as militâncias dos 14 partidos da coligção Acelera Pará estão trabalhando de forma intensa e sistemática para termos vitória nas urnas. E acelerar a mudança, com a distribuição da riqueza do Pará ao nosso povo!

A oposição vai continuar atacando, falando inverdades e inventando factóides. Nós, continuaremos trabalhando, conversando com nosso povo. A verdade vai vencer e a mudança vai continuar.

Vamos lá, minha gente! Com fé em Deus e muito trabalho!

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Dra. Cureau, investigue as contas da Veja

Por Miro Borges

Na semana passada, a vice-procuradora-geral eleitoral, a controvertida Sandra Cureau, enviou ofício ao jornalista Mino Carta, exigindo informações sobre a revista CartaCapital. Entre outros dados, ela cobra “relação da publicidade do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título”. Cureau dá um prazo de cinco dias para que as informações sejam remetidas, “sob pena de responsabilização nos termos do artigo 8º, parágrafo 3º, da Lei complementar nº75/93, cumulada com o artigo 330 do Código Penal”.

A iniciativa causou estranheza e revolta. Conhecendo a figura, que ganhou notoriedade por sua perseguição implacável ao presidente Lula, ficou a sensação de que ela quer intimidar a única revista de circulação nacional que adota uma linha independente e crítica na imprensa brasileira.

Para agilizar seu trabalho, apresento alguns dados sobre a Editora Abril, que também edita uma revista, a Veja, e que “apóia o candidato José Serra e que, para tanto, recebe verbas do governo estadual”. O levantamento foi feito pelo blog NaMariaNews, uma excelente fonte de informação sobre os negócios do atual governo paulista na área de educação. Numa minuciosa pesquisa aos editais publicados no Diário Oficial, o blog descobriu o que parece ser um autêntico “mensalão” pago pelo tucanato ao Grupo Abril e a outras editoras. Veja algumas das mamatas: http://altamiroborges.blogspot.com/2010/09/dra-cureau-investigue-as-contas-da-veja.html

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PT será o maior partido da Câmara

Revelador o recente estudo do Diap:

Do Valor Econômico

O PT deve eleger a maior bancada dos deputados na eleição de 3 de outubro, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) concluído ontem (15). De acordo com a pesquisa, o Partido dos Trabalhadores deve eleger o mínimo de 85 e o máximo de 110 deputados. A previsão para o PMDB situa no intervalo entre 70 e 100 deputados.

A eleição da bancada majoritária, se for confirmada, assegura ao PT a eleição do futuro presidente da Câmara dos Deputados. Já para o Senado, a previsão é de que o PMDB faça a maior bancada.

O Diap prevê que a bancada do PT não apenas será a maior, como também mais coesa. É o que indica o perfil dos deputados que devem ser eleitos, muitos com passagens por governos municipais e estaduais.

Majoritário na Câmara e talvez com a segunda maior bancada do Senado, o PT será um partido estratégico no próximo Congresso, "seja para a sustentação de um eventual governo Dilma Rousseff, como parece mais provável, seja na liderança da oposição, se o tucano José Serra vencer a eleição presidencial", diz Antônio Augusto Queiroz, diretor de documentação do Diap.

A oposição sairá enfraquecida das próximas eleições, segundo as projeções do Diap. O PSDB, que em 2006 elegeu 66 deputados e atualmente conta com uma bancada de 59, está em situação melhor que o Democratas e deve eleger um mínimo de 55 e um máximo de 70 deputados. O DEM, que na eleição passada elegeu 65 e atualmente está com 56 deputados, deve eleger um mínimo de 38 e o máximo de 53 deputados, segundo o Diap.

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2010: a derrota da agenda neoliberal. No voto.

Por Pedro Tierra

O século inquieto. O Brasil do século XX buscou definir para si um novo perfil. Deixou para trás o imobilismo do império escravocrata que predominou no século XIX. Tornou-se uma sociedade dinâmica. Injusta, mas dinâmica. Buscou despedir-se da chaga da escravidão e das heranças rurais oligárquicas, mas não venceu o coronelismo; proclamou a República, mas não a realizou culturalmente; buscou tornar-se um país urbano industrial, mas não escapou de permanecer uma economia agro-exportadora; buscou tornar-se contemporâneo do mundo, mas arrastou consigo os ossos de instituições e comportamentos herdados dos séculos anteriores; sonhou com a democracia, mas cresceu sob ditaduras; sonhou com a igualdade, mas produziu uma fratura exposta entre os ricos e os pobres; hoje adota o discurso da sustentabilidade socioambiental, mas ainda cresce depredando os recursos naturais.

Nosso povo reencontrou o caminho do desenvolvimento, depois de duas décadas de estagnação, quando derrotou a perspectiva neoliberal nas eleições de 2002 e elegeu, depois de quatro tentativas, o metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República. Não é tarefa simples despedir-se da perspectiva de desmonte do estado que prevaleceu desde a posse de Collor até o final do governo FHC, com o breve intervalo, do governo Itamar. Em uma década estabeleceu-se uma sólida cadeia de interesses econômicos e políticos que moldou uma estratégia de desenvolvimento assentada no mercado – organizada a partir do capital financeiro – que traçou, para o país, um modelo de desenvolvimento em que o Brasil desempenhava um papel subalterno no contexto mundial, um papel de plataforma de exportação, a exemplo do que ocorrera com os tigres asiáticos na década anterior. Tais interesses se organizaram em torno dos partidos conservadores – PSDB e DEM – e dos meios de comunicação que gravitam em torno deles para se opor à nova perspectiva encarnada por Lula e que agora se projeta na candidatura Dilma.

Não é mais possível pensar o Brasil como um tigre asiático, como imaginaram os neoliberais. Economias como Coréia ou Singapura, por mais dinâmicas que sejam não podem servir de modelo para nós. A partir de 2006 essa agenda foi vencida. O Brasil é um gigante, em todos os sentidos, e como gigante dever ser pensado. Coube ao governo do Presidente Lula repor na agenda os desafios para o Brasil voltar a se pensar como nação, e não apenas como mercado. Ou como plataforma de exportação. Tais desafios exigiram novas formulações e a retomada daquilo que Celso Furtado, um dia, chamou de “A Construção Interrompida”. Retomar o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, redefini-lo. Recuperar a experiência dos ciclos de desenvolvimento anteriores e superá-las criticamente: crescer, mas crescer com democracia; crescer, mas com inclusão social e combatendo as desigualdades regionais; crescer com base na consolidação de um mercado interno de massas; crescer, mas utilizando racionalmente os recursos naturais, atentos ao compromisso com as gerações futuras.

Oito anos passados, o governo do Presidente Lula, lançou os alicerces para mudar a face do Brasil. Hoje, avançamos as conquistas democráticas; recuperamos o papel do Estado como indutor do processo de desenvolvimento; combatemos a pobreza e incluímos vastos setores sociais ao mercado interno de bens e serviços; democratizamos o acesso aos fundos públicos para amplos setores da sociedade; e afirmamos com altivez e objetividade nossa soberania nas relações com outros países do mundo.

Vencida essa etapa, o futuro imediato nos desafia. O pensamento brasileiro ainda levará algum tempo para decifrar e definir esse fenômeno chamado nova classe média. Mas, para a esquerda, não há grande dificuldade em identificar que o processo conduzido pelo Presidente Lula nos últimos oito anos, que resultou na emergência econômica e social desses trinta e dois milhões de brasileiros, não foi acompanhada por um processo de disputa de valores culturais. Celso Furtado, ele mais uma vez, advertia que a evolução da economia nos dá conta do bem-estar material de uma nação, mas é a cultura que define sua qualidade. Dito de outro modo: não basta crescer, é indispensável incorporar novos valores ao desenvolvimento. Conferir a ele novas dimensões: a proteção e o estímulo a um patrimônio ímpar – nossa diversidade cultural – e incorporar a sustentabilidade socioambiental ao novo ciclo.

Para tanto é necessário definir claramente o papel do Estado como indutor do novo ciclo de desenvolvimento. Não apenas com políticas voltadas para os indispensáveis investimentos em infra-estrutura que garantam a oferta adequada de alimentos e energia para garantir o bem-estar de todos os brasileiros. Não apenas com o aprofundamento das políticas de inclusão social e combate às desigualdades regionais. Mas, também, como condição inseparável da nova qualidade do desenvolvimento, investir na universalização das políticas públicas de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação; nas políticas públicas de Cultura; e à democratização dos meios de comunicação, sem a qual não há política publica de cultura que seja conseqüente.

A perspectiva que se desenha com a vitória de Dilma Rousseff sobre José Serra e seus aliados é que seguiremos aprofundando as conquistas democráticas e populares do governo Lula. Independentemente da vontade desta ou daquela corrente ideológica, nessa nova etapa se montará o cenário da disputa em torno em torno dos valores culturais. De um lado, valores assentados no elitismo, no preconceito, no individualismo, no consumismo estimulado e disseminado pelos meios de comunicação, de outro, valores tão antigos e tão presentes na história humana. Valores permanentes. Contemporâneos: os valores da cidadania portadora de direitos, os valores da proteção social aos mais frágeis, os valores da solidariedade, da tolerância cultural com as diferenças e com os diferentes, da utilização racional dos recursos naturais, os valores da soberania e da paz.

Mas, tais valores, não serão tratados abstratamente, nessa disputa. Serão materializados em políticas públicas. Dito de outro modo, vão demandar reformas no estado brasileiro que permitam acesso aos fundos públicos por amplos e novos setores sociais. Os orçamentos públicos, no Brasil, foram historicamente mantidos sob monopólio pelos segmentos mais ricos da população. Esse monopólio se rompeu com o governo do Presidente Lula. Trata-se agora de construir, consolidar e institucionalizar critérios republicanos de gestão e romper definitivamente com a cultura oligárquica que herdamos. Na sua forma tradicional (DEM) ou na sua forma pretensamente “moderna” (PSDB). Os claros sinais de desespero da direita nessas últimas semanas de campanha eleitoral significam basicamente que se encerra um ciclo no longo e penoso processo da transição democrática da sociedade brasileira. A ditadura foi derrotada pelo povo nas ruas. A agenda neoliberal está sendo vencida no voto.

Pedro Tierra (Hamilton Pereira) é membro do Conselho Curador da Fundação Perseu Abramo.

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Prestem atenção nos indecisos

Me estranha o Ibope só entrevistar 812 eleitores, mas não vou questionar hoje os elementos técnicos da pesquisa deste fim de semana, que coloca Simão Jatene (PSDB) com supostos 43% das intenções de votos. Isso representa 13 pontos à frente da governadora Ana Julia.

Quero que vocês prestem atenção é no fato de que os eleitores indecisos somam 12%.

Só gente muito desesperada pode concluir que a eleição está ganha e comemorar uma idílica "vitória no primeiro turno". E mais: a campanha do PSDB está empenhada em manter as taxas de rejeição de Ana Júlia, que só fazem cair, na medida em que nossa propaganda revela a grande quantidade de realizações do nosso Governo Popular.

Ora, quem lidera não bate.

Muita coisa de errado existe, portanto, com os tucanos e com essas pesquisas e como as eleições "só acabam quando terminam", prefiro esperar o dia 03. Lá, a verdade será nua e crua e não tem Ibope e nem institutos Veritates que venham salvar a cara de vergonha de ninguém.

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A grande imprensa por um grande jornalista

É um bando de jornalecos de quinta categoria, que se debate para sobreviver, apoiado numa rede de televisão que se fez no regime militar e, com o aprofundamento da democracia, vai para o atoleiro.

(Paulo Henrique Amorim, jornalista brasileiro)

O caso do sigilo fiscal, reedição da fraude do “bebê-diabo”

Em 1975, o diário paulista “Notícias Populares”, do grupo Folha, sustentou por quase 30 dias uma notícia forjada em torno de um tal “bebê-diabo”, que multiplicou a tiragem do jornal. Quando o público começou a se cansar, o jornal anunciou a fuga do “bebê-diabo” – e encerrou o assunto. O episódio atual em torno do sigilo fiscal repete o embuste, um clássico do jornalismo marrom, desta vez com a participação generalizada da mídia dominante. Quando ficou claro que a sucessão de manchetes não estava arranhando o favoritismo da coligação petista, os jornalões mudaram de assunto, trocando-o por outro. O artigo é de Hideyo Saito. LEIA MAIS.

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Serra, o ditadorzinho que foi "pra cima" de Rita Soares

Serra é um autoritário de plantão, que odeia jornalistas. Como sustenta os veículos da grande imprensa do país, via anúncios e assinaturas dos governos do PSDB, especialmente de São Paulo, trata os jornalistas como seus funcionários.

Nesta eleição, destratou profissionais no Rio Grande do Sul, bateu boca com a sua porta-voz nos telejornais da Globo, Globo News e como colunista, Miriam Leitão, e pediu a cabeça dos diretores de jornalismo da TV Cultura de São Paulo, porque, no programa Roda Viva, recebeu perguntas que não gostou sobre os pedágios paulistas caríssimos.

Agora, no Pará, a vítima foi a nossa Rita Soares, competente jornalista do Diário do Pará, que contou tudo no seu Blog da Repórter. Mas, abaixo, publico um pequeno trecho para vocês saberem o tamanho do autoritarismo do grão-tucano, eterno "quaaaaase" presidente da República:

Eu queria perguntar em relação às pesquisas...

Oh! Está vendo como ela não quer falar do Pará...

Essa última pesquisa que saiu agora (falava da pesquisa CNT/Sensus que apontava Dilma com 51% das intenções de votos). O senhor acha que ainda tem alguma chance?

Eu não comento pesquisa. Eu não comento desde janeiro, não vou comentar hoje à noite em Altamira.

A entrevista foi interrompida. Serra reclamou que a repórter não tinha feito perguntas sobre projetos para o Pará. Eu disse que tinha sim interesse em saber sobre esses projetos e religuei o gravador.

Mas para fazer melhor, não tem que refazer?

Oh! Ta vendo, ela quer pegar meus deslizes.

Fim da entrevista ou da tentativa.

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O que diferencia o Jornal Nacional do horário político?

Por Ricardo Kotscho, jornalista, no Balaio do Kotscho:

Pelos comentários que leio diariamente aqui, os leitores estão cada vez mais indignados com o comportamento da grande imprensa brasileira na cobertura da campanha eleitoral de 2010. Um exemplo que resume a bronca da maioria é a mensagem enviada às 14h06 desta quinta-feira pelo leitor Eduardo Bonfim, pedindo que eu me manifeste sobre o assunto:

“Prezado Ricardo Kotscho, Sou fã do seu blog. Gostaria que você escrevesse um artigo sobre a propaganda que a Rede Globo vem fazendo no Jornal Nacional ("JN no Ar") todos os dias, onde claramente só mostra a parte ruim do Brasil para que o povo vote no 45. Realmente, o casal do JN é 45. Isso é liberdade de imprensa?”

Sim, meu caro Eduardo, esta é a liberdade de imprensa que os oligopólios de mídia defendem. Ninguém pode contestá-los. Trata-se de um direito absoluto, sem limites. O citado "JN no Ar", por exemplo, levanta todo dia a bola dos problemas das cidades brasileiras, onde falta de tudo e nada funciona. No mínimo, tem lugar onde falta homem e tem lugar onde falta mulher… Logo em seguida, entra o programa do candidato José Serra para apresentar as soluções.

Na outra metade do programa tucano, em tabelinha com os principais veículos de comunicação do país, são apresentadas as manchetes dos jornais e revistas com denúncias contra a candidata Dilma Rousseff, o governo Lula e o PT, numa sucessão de escândalos sem fim até o dia de disparar a tal “bala de prata”.

Já não dá mais para saber onde acaba o telejornal e onde começa o horário político eleitoral, o que é fato e o que é ilação, o que é notícia e o que é propaganda. A estratégia não chega a ser original. Mas, desde o segundo turno entre Collor e Lula, em 1989, eu não via uma cobertura tão descarada, um engajamento tão ostensivo da imprensa a favor de um candidato e contra o outro.

O esquema é sempre o mesmo: no sábado, a revista Veja lança uma nova denúncia, que repercute no JN de sábado e nos jornalões de domingo, avançando pelos dias seguintes. A partir daí, começa uma gincana para ver quem acrescenta novos ingredientes ao escândalo, não importa que os denunciantes tenham acabado de sair da cadeia ou fujam do país em seguida. Vale tudo.

Como apenas 1,5 milhão de brasileiros lê jornal diariamente, num universo de 135 milhões de eleitores, ou seja, o que é quase nada, e a maioria destes leitores já tem posição política firmada e candidato escolhido, reproduzir as manchetes e o noticiário dos impressos na televisão, seja no telejornal de maior audiência ou no horário de propaganda eleitoral, é fundamental para atingir o objetivo comum: levar o candidato da oposição ao segundo turno, como aconteceu em 2006.

À medida que o tempo passa e nada se altera nas pesquisas, que indicam a vitória de Dilma no primeiro turno, o desespero e a radicalização aumentam. Engana-se, porém, quem pensar que o eleitorado não está sacando tudo. Basta ler os comentários publicados nos diferentes espaços da internet – este novo meio que a população vem utilizando mais a cada dia, para deixar de ser um agente passivo no mundo da informação e poder formar a sua própria opinião.

Em tempo: não tem jeito. Quanto mais denunciam, atacam, escandalizam, mais aumenta a diferença de Dilma para Serra. No novo Ibope divulgado esta noite pelo Jornal Nacional, o abismo entre os dois candidatos abriu de 24 para 26 pontos (51 a 25). O casal JN estava todo vestido de preto. A estratégia kamikase só está fazendo o candidato da oposição cair mais ainda nas pesquisas. Como vai ficar a credibilidade da imprensa depois das eleições?

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O comício para a arrancada da vitória

"Temos que fazer o dobro, visitas em cada rua de Belém e das cidades da região metropolitana, com uma única causa: defender a eleição de Ana Júlia e Paulo Rocha”.

“Chegou a hora da diarista dar o troco na elite política deste estado. Deus queira que ela nunca perca a alma de uma diarista, pois ela trabalha a vida inteira na casa dos ricos sem nunca roubar nem um centavo. Pois este país não precisa ser governado com a inteligência da cabeça, mas com a inteligência do coração, como quem cuida de cada filho”.

Esses foram os principais recados do presidente Lula, no grande comício de ontem, na Pedreira, que reuniu, inclusive para a surpresa da organização nacional, mais de 50 mil pessoas.

Lula disse que freqüenta o Pará há 30 anos, mas só no governo da Ana Júlia viu a mudança acontecer, a riqueza ser industrializada para gerar emprego e renda ao povo. O presidente de honra do PT afirmou também que os opositores de Ana Júlia não respeitam as mulheres, as trabalhadoras e a governadora porque tentam ofendê-la chamando-a de diarista, como se fosse pejorativo. Para o nosso presidente, esses oponentes “nasceram no mesmo útero”, vindo da antiga Arena e que, enquanto eles governavam o país, o PT estava lutando por moradia, emprego, salário, segurança, educação e saúde.

O companheiro Lula lembrou que trouxe mais investimentos para o Pará do que os opositores em 30 anos, pois eles fizeram a hidrelétrica de Tucuruí e deixaram mais de um milhão de pessoas sem energia, mas o Luz para Todos levou eletricidade a mais de 1,2 bilhão de paraenses.

"Quero dizer que tenho a honra de ser diarista e trabalhar todo dia, limpando sujeira e porcaria que eles fizeram em 12 anos", foi o tom da companheira Ana Júlia em seu discurso que garantiu o início da arrancada da nossa vitória no Pará e no Brasil e foi aplaudida por milhares de militantes. E ela está certíssimo: “Nós somos o futuro, eles representam o atraso, as privatizações, o nepotismo”.

Infelizmente Dilma não pôde vir, pois torceu o pé e teve que ficar em São Paulo para exames médicos por causa da lesão que sofreu, mas a militância está no clima da vitória no primeiro de turno de Dilma lá e Ana Júlia aqui.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Leiam minha entrevista ao CUFA/PA

Meus eleitores podem esperar muito empenho e trabalho no Parlamento Estadual, pois irei continuar defendendo os direitos do Pará, apoiando a agricultura familiar, os trabalhadores e trabalhadoras rurais, os investimentos para as áreas da saúde, segurança pública, infraestrutura e cidadania. Também vou continuar lutando pelos direitos da juventude, para mais oportunidades. Outro ponto é dar sequência ao trabalho de combate à exploração sexual infanto-juvenil. E envolto à tudo isso, quero continuar trabalhando pelo desenvolvimento dos nossos municípios, em parceira com os prefeitos e vereadores, na certeza de que a cada dia possamos melhorar a qualidade de vida do nosso povo. E por fim, quero garantir a defesa do governo democrático e popular, buscando a melhoria da vida da nossa gente.

Essa é uma das minhas respostas na entrevista que dei ao blog da Central Única das Favelas/Pará, uma das mais respeitadas instituições que debatem cultura, juventude, esporte, lazer, emprego e renda no Brasil.

Leiam a minha entrevista clicando no link: http://bocadeferrocufapara.blogspot.com/2010/09/carlos-bordalo-candidato-deputado.html

Aguardo seus comentários!

Fábrica de chocolates: oposição não acredita nem vendo!

A fábrica de chocolate do município de Medicilândia, na região do Rio Xingu, é realidade sim.

No último dia 4, sábado, seguindo o cronograma de implantação do empreendimento, aconteceu o lançamento da logomarca da agroindústria Chocolate Amazônia, o lançamento da infraestrutura (maquinário) para o efetivo funcionamento e a apresentação oficial da cooperativa de agricultores que vai gerenciar a fábrica. A cooperativa estima que até o final do mês, já se tenham as primeiras barras de chocolate feito totalmente em solo paraense.

A fábrica será administrada por uma cooperativa de gestão agroindustrial, criada em maio deste ano por agricultores familiares de Medicilândia, formada por 40 sócios e com 200 produtores beneficiados. Quando em pleno funcionamento vai fomentar a economia local com o incentivo à agricultura familiar.

A previsão é de processamento de 360 toneladas de amêndoas para produzir 400 toneladas de chocolate ao ano, gerando milhares de empregos na região. O Governo do Estado construiu e inaugurou o Centro de Referência do Cacau Orgânico, também em Medicilândia com investimento de R$ 2,4 milhões.

O PSDB, como sempre, mentindo. E a grande imprensa, assinando embaixo da mentira.

"Aloprados" 2006. Quem "aloprou" foi a mídia

Nesta terça-feira (14), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter arquivado o recurso apresentado pela coligação que patrocinou a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República nas eleições de 2006, contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negou pedido de investigação de petistas no caso de suposta compra de um dossiê que vincularia políticos do PSDB à chamada “máfia dos sanguessugas”. O recurso da coligação “Por um Brasil decente” (PSDB/PFL) – um Agravo de Instrumento (AI) 706513 - chegou ao Supremo em março de 2008.

Estão vendo? Mais uma acusação infundada contra o PT. Pena que os julgamentos demoram demais e, neste caso, provoca muitos prejuízos, como no caso abaixo de José Dirceu (leia nota abaixo) ou no do companheiro Paulo Rocha. Em Pernambuco, Humberto Costa (PT), ex-ministro da saúde, acusado de envolvimento com a "máfia dos vampiros", foi linchado pela imprensa e hoje, inocentado, será o senador mais votado naquele estado.

Mas, o povo sabe julgar e ontem pesquisa Datafolha mostrou que a candidata Dilma Rousseff continua subindo e passou de 50% para 51% das intenções de voto no primeiro turno. Levando em conta apenas os votos válidos (sem os brancos e os nulos), ela teria hoje 57% da preferência dos eleitores e venceria a eleição já em 3 de outubro.

A direitona se pela de medo de Zé Dirceu

Impressionante como a grande mídia brasileira é partidarizada e não tem vergonha do que é.

É inacreditável que, mesmo após a divulgação da transcrição e do áudio da palestra de Zé Dirceu em Salvador, Folha e Estado continuem a informar que ele apontou “excesso de liberdade” da mídia. Ou seja: o artigo que denuncia Dirceu é um exemplo daquilo que o próprio Dirceu denuncia na mídia: o abuso do poder, a distorção, a mentira.

Infelizmente, não é isso o que o restante da imprensa vai divulgar; e, mais uma vez, os leitores dos grandes jornais serão mal informados, e passarão correntes por email onde garantirão que Dirceu disse o que não disse, e que o PT defende o que repudia.

Zé Dirceu, em sua fala, disse, em resumo que "O que não podemos admitir é que um punhado de empresas monopolistas passe a funcionar como linha auxiliar dos partidos conservadores, manipulando descaradamente as informações e os fatos". A mais completa verdade,

A oposição brasileira precisa mesmo tratar essa fixação que tem em Zé Dirceu num divã, pois a ela fixou-se nele, chegando ao cúmulo de levá-lo aoi programa de TV de José Serra, onde, não sendo candidato, não pode sequer se defender.

Mas, aqui, leitor, no meu blog, você pode ouvir e ler o que realmente disse Dirceu, clicando nestes links http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/audio/2010/19825/ e http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,leia-a-integra-da-palestra-de-dirceu,610204,0.htm

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Minha solidariedade a dois companheiros de luta!

Quero registrar minha solidariedade a dois companheiros de sonhos e de lutas, de longa data: Zé Geraldo, deputado federal pelo PT; e Paulo Rocha, nosso candidato ao Senado nestas eleições.

Fiquei muito satisfeito em saber que a revista ISTO É foi condenada a pagar danos morais ao Zé Geraldo, pois em 2005, irresponsavelmente, fazendo jornalismo de qualquer jeito na certeza da impunidade que cerca os barões da mídia no Brasil, a revista tratou o Zé como se fosse o deputado federal Zé Gerardo, do PMDB do Ceará, que respondia por crimes contra a administração pública e foi o primeiro parlamentar brasileiro a ser punido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na prática de crime de responsabilidade. Um reparo que vem tarde, que não apaga os prejuízos, mas vem em boa hora e, pelo menos, chegou. Torço pelo dia em que isso será regra e não exceção.

Paulo Rocha é um herói do povo paraense

Por outro lado, fiquei indignado, ontem com a decisão monocrático do juiz do TSE, Aldir Guimarães Passarinho Junior, que acatou o pedido do Ministério Público Federal do Pará e cassou o registro da candidatura do companheiro Paulo Rocha, mas não se enganem, ele continua candidato e firme na luta para ser o Senador de Todos, aguardando a decisão do Supremo Tribunal Federal.

Paulo tem história de luta ao lado dos trabalhadores, é campeão de recursos ao Pará e interlocutor do presidente Lula para grandes obras estruturais e sociais em nosso estado.

Infelizmente, alguns setores da sociedade preferem, ao invés de disputar idéias e propostas, travar a guerra baixa de formnalismos. Paulo Rocha renunciou, é verdade, mas já foi novamente eleito pelo povo, com mais de 100 mil votos, além do que ele não tem nenhuma condenação da Justiça.

Mas, tenho fé que os que querem rasgar a Constituição serão derrotados.

Meu abraço e minha integral solidariedade ao companheiro Paulo Rocha.

A direita não acredita mais nas chances de Serra

Nem a direita acredita mais na vitória de Serra. Veja o que diz hoje Fernando Rodrigues, um dos mais reaças colunistas da Folha:

A nova pesquisa Sensus que mostra Dilma Rousseff ( PT) com 50,5% e José Serra (PSDB) com 26,4% indica que permanece inalterada a capacidade da petista de resistir aos solavancos finais da campanha. Aqui, todas as pesquisas eleitorais deste ano.

Há quase 3 semanas passou a reverberar na mídia o escândalo da quebra de sigilos fiscais de tucanos. Serra usou fartamente o material em sua propaganda de rádio e de TV. Não houve efeito. Ao contrário. O tucano continuou a desidratar nas pesquisas.

Agora, no fim de semana, veio o caso mais recente: o envolvimento de um filho da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, numa operação para favorecer uma empresa privada que tinha interesses no governo. Erenice e o filho negam as irregularidades.

A pesquisa Sensus não capta ainda integralmente o efeito desse novo escândalo na campanha de Dilma Rousseff. O caso saiu na revista "Veja" de sábado (dia 11) e o levantamento foi realizado de 10 a 12 de setembro. O noticiário a respeito ainda frequenta a mídia e novos desdobramentos são esperados.

Mas como se trata também de um caso complexo para o entendimento do eleitor médio, a chance de haver grande impacto no jogo eleitoral é reduzida.

Em 2006, o escândalo dos aloprados eclodiu em 15 de setembro (neste ano, a data fatídica seria amanhã). À época, Lula teve de enfrentar um segundo turno contra Geraldo Alckmin, mas por uma diferença pequena: só 1,4 ponto percentual. Naquele caso de 4 anos atrás, havia petistas envolvidos aos montes e uma mala de dinheiro para ser fotografada. A economia também não ia tão bem como hoje.

Ou seja, pelo jeito, os eleitores brasileiros até podem mudar de opinião a menos de um mês da eleição. Mas é necessário um escândalo de octanagem altíssima (com fotos e vídeos de dinheiro) e uma economia que não esteja crescendo cerca de 7% ao ano.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Uma perda

Infelizmente, nesse momento, acesso o blog pelo falecimento da minha secretária parlamentar, dedicada e competente, Jany Carla de Magalhães Barata, esposa do meu companheiro Valdemir.

Todos os meus sentimentos para a família neste momento.

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O último suspiro de José Serra

Por Chico Cavalcante, no blog Comunicação Militante

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Cercado pelos fatos e pelas circunstâncias que levam o processo eleitoral para uma decisão definitiva em primeiro turno, revelando de maneira inequívoca o peso fundamental de Lula na alma brasileira de agora, o candidato José Serra (PSDB) resolve ir para o ataque.

Tudo indica, um ataque de nervos.

O porta-voz oficial da campanha tucana da GloboNews chama-se Gerson Camarotti, denominado pela emissora como "comentarista político", mas na verdade posicionado na barricada 45 desfechando pedregulhos com uma funda contra a campanha petista desde quando Dilma ainda era pré-candidata.

O vislumbrar da derrota, contudo, está levando Camarotti e seus parceiros de campanha à danação. O pedregulho da hora é a suposta quebra do sigilo fiscal de algumas pessoas ligadas ao esquema tucano que dá suporte à campanha de Serra. Tudo indica que esse é o último suspiro da campanha tucana, que já está na TV e no rádio na fase da baixaria desenfreada, tentando criar o terror de sempre contra o PT, buscando reviver velhos medos contra petistas e requentando as denúncias feitas pela imprensa em 2005 e que tinham por objetivo armar um golpe de estado contra o governo Lula.

Considera Camarotti que a quebra do sigilo fiscal de tucanos será o novo 11 de setembro. Terá, afirma o comentarista, "um efeito bombástico" na campanha de Dilma, com "evidentes prejuízos" para a candidata petista. A situação seria tão grave que Dilma teria "fugido" da questão, enquanto Serra teria "demonstrado toda a sua indignação" na patética entrevista que deu ao Jornal da Globo, na noite de ontem, onde, mais uma vez, o ex-governador de São Paulo perdeu uma grande oportunidade de demonstrar equlíbrio mental e emocional ao eleitorado brasileiro.

A tentativa de levar essa questão da Receita Federal para o âmbito eleitoral é mais uma bobagem que revela a fragilidade dos nervos dos condutores da campanha de Serra. Qualquer pessoa minimante informada sabe que esse factóide passará como um navio na noite e, no extremo, não tiraria um único voto da candidata apoiada pela liderança política mais influente do país.

Dilma caminha para o Planalto. Enquanto a matilha faz barulho. O povo assiste ao desespero tucano, por assim dizer, "de camarote".

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No programa Argumento, Ana Júlia mostrou porque o Pará precisa reconduzí-la ao governo

Segunda-feira, a governadora Ana Júlia, nossa candidata à reeleição e, pelo que tenho sentido nas ruas de todo o Pará por onde minha campanha tem chegado, é líder na preferência popular, esteve no porgrama Argumento, da RBA.

Como sempre, Ana Júlia mostrou que não existe comparativo entre nosso governo e os do PSDB, especialmente com o de Simão Jatene, que a antecedeu. Tanto em volume de obras, projetos, programas e ações, quanto na questão das prioridades, no caso, a nossa, o investimento na área social, voltado a quem mais precisa.

Veja o que disse, com toda a razão, nossa candidata:

- A produção de aço no sul do Pará começou no nosso governo, com a Sinobrás, mas agora teremos uma siderúrgica 10 vezes maior. Gerávamos empregos no exterior ou em outras regiões do Pará e agora o emprego é para os paraenses; esse processo não se restringe ao sudeste do Pará. Tem o Polo de Biodiesel em parceria com a Petrobrás, com quatro usinas de transformação e envolvimento da agricultura familiar no processo, que tem sido intensiva;

- A fábrica de chocolate em Medicilândia, na Transamazônica; a indústria de painéis de madeira concentrada (MDF) em Paragominas, que viabiliza o pólo moveleiro da região do Capim e se traduz na verticalização florestal;

- Cerca de 288 milhões de mudas cultivadas pelo projeto 1 Bilhão de Árvores para a Amazônia em cinco anos.

- No governo tucano, a nota do Ideb foi de 2,3. A nota atual é de 3,1, o dobro da média nacional.

- Plano de Cargos Carreira e Remuneração dos professores, um sonho de mais de 20 anos que dependia apenas de o Executivo enviar o projeto ao Legislativo; Estamos qualificando professores.

- Interligamos 600 escolas à rede do NavegaPará, com internet gratuita e de qualidade; o avanço só não foi maior porque 90% das escolas estavam deterioradas.

- Investimos 15 milhões para ampliar a rede de escolas tecnológicas e triplicamos o número de jovens matriculados;

- Criamos o Bolsa Trabalho, programa que já envolveu cerca de 70 mil jovens paraenses, feito em parceria com a iniciativa privada e voltado para os que estão concluindo o ensino médio.Cerca de 22 mil jovens já conseguiram o primeiro emprego com carteira assinada;

- Esse conjunto de políticas públicas são responsáveis pelo fato de o Pará ter batido recorde na geração de emprego, desde que o fenômeno começou a ser mensurado. “São quase 40 mil empregos nos últimos 12 meses.

- Na energia demos isenção e desconto para quem consome entre 100 e 150 kilowatts, beneficiando quase 4 milhões de paraenses;

Saúde - Com relação à saúde em geral e aos hospitais regionais em particular, no caso do Hospital Regional de Breves não havia nem 20% da obra iniciada. O hospital não existia. Aliás, nós colocamos para funcionar os hospitais de Redenção, Altamira e Santarém. Nós providenciamos equipamentos, contratamos médicos, técnicos e garantimos remédios para que os hospitais funcionassem de fato.

- Vamos implantar mais de 100 bases de policiamento comunitário no próximo governo.

Quanto à política de habitação, informei que o Estado já construiu 17 mil casas populares e a meta para o próximo período serão mais 80 mil habitações.

Ação Metrópole - essa obra estava no papel há 20 anos e fomos nós que começamos. Ao final, quem pegar ônibus em Icoaraci e em Ananindeua vai chegar mais rápido ao centro, vai pegar mais de uma condução, mas vai pagar só uma passagem.

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tucanos históricos querem "refundar o PSDB"

Em 2005, muitos setores da mídia conservadora faziam coro com a idéia esdrúxula de "refundar o PT". Pois é, eis que agora, sim, os militantes e fundadores históricos do PSDB, afirmam a necessidade de refundar o ninho tucano, descontentes com os rumos da legenda de Franco Montoro, Mário Covas e do dissidente, alegando incoerência partidária, Almir Gabriel.

Vejam abaixo a reportagem de domingo, da Folha de SP, a respeito disso:

Para tucanos "originais", PSDB deve ser refundado

BRENO COSTA, DE SÃO PAULO

O PSDB terá que ser reformulado, independentemente do resultado das eleições. Essa é a opinião consensual de fundadores tucanos ouvidos pela Folha e que seguem filiados ao partido 22 anos depois de seu nascimento.

Ao mesmo tempo em que elogiam José Serra como candidato à Presidência, os ouvidos concordam que o partido perdeu a essência, curtida na social-democracia europeia.

Hoje, dos 109 fundadores, apenas Fernando Henrique Cardoso e Pimenta da Veiga, além de Serra, ainda compõem o conselho político nacional do partido.

Existe consenso entre os entrevistados de que a perspectiva de ver seu principal antagonista no cenário político, o PT, chegar a pelo menos 12 anos seguidos no poder é fruto de erros cometidos pelos próprios tucanos.

Mesmo a conquista da Presidência, considerada prematura, com apenas seis anos de fundação, entra na lista de fatores que contribuíram para uma desconfiguração da unidade do partido.

"A experiência de governo contribuiu para agregar muitos novos filiados que já não partilhavam tanto daquela unidade doutrinária e ideológica que embasou a fundação", diz o ex-chefe de gabinete de FHC, José Lucena Dantas, hoje assessor de Tasso Jereissati (PSDB-CE).

O deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB-MG) vê um "envaidecimento" do tucanato ao chegar no poder.

"O partido não se preocupou em crescer com seus princípios. Ficou mais aliancista", diz Mosconi, ex-presidente do partido e quatro vezes deputado federal.

Nesse sentido, o PSDB também acabou perdendo, nas palavras de João Gilberto Lucas Coelho, ex-vice-governador do Rio Grande do Sul e por três vezes deputado federal, o "debate ideológico" com o PT.

"O PSDB foi apresentado como símbolo da direita brasileira pelo PT e não conseguiu vencer isso", afirma.

O fator popularidade de Lula entra, em parte, na conta de uma oposição feita de forma equivocada, em que êxitos da era FHC foram escondidos. "Nós somos ruins de oposição. A verdade é essa", afirma Mosconi.

Na avaliação de Euclides Scalco, ex-secretário-geral da Presidência e um dos expoentes da fundação tucana, em 1988, outro efeito até hoje sentido pelos oito anos de poder foi a ausência de uma militância forte nos Estados.

"Ganhe ou perca, o partido vai ter que se reformular, com base em novas lideranças", afirma Scalco.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de SP Luiz Benedicto Máximo cita também a necessidade de definição de "diretrizes claras". "Se não se refundar, vai ficar no marasmo, apenas com lideranças regionais", afirma.

Um obstáculo para esse movimento de "refundação" é outro defeito atual do partido, segundo os tucanos: falta de um debate interno mais aberto. "Não somos muito afeitos a conversar internamente", diz Mosconi.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

13130 na TV hoje!

Amigo e amiga leitora, hoje (06.09), você que se interessa por minhas idéias, propostas e atividade parlamentar, é dia de acompannhar o meu novo programa no Horário Eleitoral Gratuito.

Convido a todos para assistir e acompanhar as minhas propostas e comentar aqui sua opinião e sugestões.

Aguardo vocês hoje no programa Bordalo 13130.

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Baixarias da campanha tucana fazem PSDB ser punido pela Justiça Eleitoral

Por outra injustiça contra a companheira Ana Júlia Carepa, ganhamos um minuto de direito de resposta no programa eleitoral do tucano Simão Jatene, tempo precioso para quem conta com poucos aliados e, portanto, menor tempo de TV e rádio.

A Justiça Eleitoral concluiu que o PSDB tentou “ridicularizar” a governadora no programa veiculado na manhã do último dia 23 de agosto, ao chamá-la de “teimosa Dunga” e acusá-la de ter sido a responsável por Belém não ser escolhida sede da Copa de 2014, quando, na verdade, a escolha foi feita pela Fifa.

De nossa parte, fizemos o dever de casa direitinho, construindo um dos melhores projetos do Brasil e estamos executando a maior parte das obras previstas, porque a Copa passaria, mas as demandas da população não.

O TRE concordou que houve tentativa de “difamar a candidata”, “o que acaba por transbordar o limite ético que deve nortear o debate de ideias".

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No caso Tabajara, Ana Júlia é que teve direitos violados, diz Jutisça

A juíza eleitoral Ezilda Pastana Mutran e o Ministério Público colocaram um ponto final no factóide criado em torno do fechamento da Rádio Tabajara FM, cujo acontecimento estava sendo usado pelo PSDB para acusar a governadora Ana Júlia de querer cercear a imprensa e a "liberdade de expressão".

Não teve nada disso, segundo a Justiça, órgão máximo para reger as relações democrática, baseadas na lei e não nas idiossincrasias e conveniências ideológicas de fulanos e beltranos. E mais: em qualquer faculdade "meia bomba" de Direito se sabe que ou todos se submetem às leis ou está dada a largada para toda a sorte de arbítrios baseados nas vontades particulares.

A Justiça reconheceu que a governadora Ana Júlia Carepa não teve envolvimento no fechamento da rádio, por ordem da ANATEL e o Ministério Público corrigiu a injustiça leviana da oposição concedendo direito de resposta a nossa candidata no programa Barra Pesada, da TV RBA, de Jáder Barbalho, desmoralizando também aqueles que disseram que a Frente Acelera Pará teria evitado processar o canal 13 por medo de perder o apoio peemedebista no segundo turno.

Neste caso, quem teve seus direitos violados foi a nossa candidata, que sofreu injúria, calúnia e difamação, além da rádio ter transgredido a legislação eleitoral. O MP destacou que “não há nada que possa sustentar a afirmação de que o fechamento da rádio tenha se dado por ordem da governadora”.

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Empresários estão agradecendo à Ana Júlia por prosperidade nos negócios

Contra fatos não há argumentos. Não dá para dizer que o Pará estagnou e quem tentar fazer isso vai dar tiro n'água.

Exemplo disso é que o gerente operacional da empresa de limpeza urbana,saneamento e pavimentação Terraplena, João Batista, em visita da governadora Ana Júlia, revelou os números de seu negócio durante o governo do PT: triplicou o número de funcionários nos últimos quatro anos de 400 para 1.302 trabalhadores. E, naturalmente, agradeceu a minha companheira Ana Júlia pelas políticas de governo que tornaram isso possível.

Nos últimos 12 meses, o Pará chegou aos 40 mil empregos gerados, com projeção para alcançarmos 120 mil empregos. No próximo mandato, já estão garantidos R$ 109 bilhões no PAC do Pará para investimentos no Estado.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uma "pesquisa" claramente defasada

No blog da jornalista Rita Soares saiu a seguinte informação, ainda sobre a "pesquisa" do Ibope do fim de semana (aquela sem amostragem, sem período, sem nada, que favorece o PSDB):

Os números são os seguintes

Jader Barbalho (PMDB) 50%

Paulo Rocha (PT) – 28%

Flexa Ribiero (PSDB) 23%

Marinor Brito (PSOL) 7%

Paulo Braga (PSTU) 5%

João Augusto (Psol) 4%

Abel Ribeiro (PSTU) 3%

Fernando Yamada (PTB) – 3%

Neide Souza (PSB) – 3%

Savanas (PV) 1%

Na mesma postagem há um link para o relatório da "pesquisa". O link não abre. Coincidência?

Não pior do que essa lista que contém três candidaturas há muito tempo cassadas pelo TRE (PSB, PTB e PV), entregando a defasagem do período de colhimento das entrevistas em relação ao programa de TV e rádio e ao debate.

Mais uma evidência de manipulação eleitoral.

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Sobre a cassação de Jáder

Ao ouvir a leitura do voto do ministro-relator Versiani, durante o julgamento no TSE, perguntei-me se ele entendia, de fato, o que estava a dizer.

Talvez sem perceber – e eu vou lhe garantir a presunção da inocência – o ministro acabou por defender a implosão de fundamentos do Estado de Direito.

Ora, o ministro e seus pares condenaram Jader à inelegibilidade, em decorrência de um “crime” – a renúncia ao mandato – que ele teria cometido há quase dez anos, quando inexistia punição para renúncia a mandato, para, supostamente, “escapar à cassação”.

Vocês por acaso já pararam pra pensar o que isso significa?

Isso significa, por exemplo, que eu posso ir parar no pelourinho, caso esse nosso Congresso Nacional alucinado aprove uma lei, com a possibilidade de retroagir uns vinte anos, condenando ao pelourinho quem deixou de pagar uma dívida. Ou quem fumou em ambiente fechado. Ou quem roeu unhas. Ou quem matou e comeu um jabuti.

É isso. Amanhã, alguém vai bater na minha porta e dizer: “Teje presa, porque você, há 20 anos, matou e comeu um jabuti, apesar de, naquele tempo, não ser crime matar e comer um jabuti”.

Essas são reflexões da jornalista Ana Célia Pinheiro, na postagem O Outono do Patriarca, em seu Perereca da Vizinha, que vale a pena ler.

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Novas bandeiras para a juventude

Tenho a satisfação de convidar a todos os leitores do blog para o lançamento do livro Juventude: Novas Bandeiras, do meu assessor Leopoldo Vieira, Coordenador da Juventude da minha tendência, a Articulação Socialista; dirigente estadual da Juventude do PT e Coordenador Estadual da Campanha de Juventude de Dilma à Presidência.

O livro, sempre segundo o papel da juventude, debate temas como desenvolvimento, trabalho, educação, direitos humanos, movimento social, eleições e institucionalização de políticas públicas para os jovens. O prefácio é assinado pelo ex-ministro e companheiro de todas as lutas José Dirceu, sem dúvida uma referência importantíssima para as novas gerações.

Com certeza vale à pena conhecer e discutir essas ideias dessa jovem liderança, que teve significativa contribuição no meu mandato para investirmos nos jovens paraenses como agentes fundamentais do desenvolvimento do Pará.

Serviço:

Data: 08/09, quarta-feira

Hora: 19:30

Local: Boteco da Computer (Antonio Barreto, 1176, entre 9 de Janeiro e Alcindo Cacela.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Quando a verdade aparece

Leiam todos, na Folha de SP, mais uma "escândalo" inventado pelo PSDB que cai por terra: o do sigilo dos tucanos:

Servidora diz que acessou dados a pedido de filha de Serra

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DE BRASÍLIA

A Folha conversou na noite de ontem com a servidora da Receita Lucia de Fátima Gonçalves Milan. No primeiro momento, ela respondeu que a reportagem poderia "conversar com a sua advogada quando ela tivesse informações sobre o caso". Depois, ligou de volta e disse que acessou os dados de "Verônica Serra", mas que o fez porque havia um pedido da própria Verônica.

Filha de Serra teve dados fiscais acessados na Receita Corregedoria da Receita acusa mais duas servidoras por violação de dados fiscais Dilma diz que PSDB tem 'histórico de vazamento expressivo' Receita envia representações sobre vazamento de dados ao Ministério Público Acompanhe a Folha Poder no Twitter Conheça nossa página no Facebook

Folha - A sra. acessou de dados sigilosos? Greg Salibian/Folhapress A empresária Verônica Serra teve seus dados acessados na mesma agência da Receita onde outras quatro pessoas ligadas ao tucano tiveram sigilos violados Verônica Serra teve seus dados acessados na mesma agência onde outras quatro tiveram sigilos violados

Lucia Milan - Antes de você sair publicando o meu nome, é bom que saiba que eu fiz sim. Mas fiz por que me pediram e tenho um documento autenticado em cartório que comprova isso. Tem até o nome da pessoa que está pedindo a cópia da declaração.

Qual é o nome?

É Verônica, filha de Serra. Houve uma solicitação de cópia e ela assinou o documento. Ela pediu a declaração dela mesmo. Isso a gente guarda cinco anos. Se uma pessoa pede a declaração a Receita tem obrigação de dar.

Verônica entrou em contato com a sra.?

Não. Ela mandou outra pessoa, que avisou outra. Mas tem a autorização dela no formulário. Inclusive, antes de vir em cima de mim, você deveria perguntar a ela por que ela pediu essa cópia. Eu tenho esse documento que já está com o corregedor. Inclusive, quando se pede isso, tem de pagar R$ 10.

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Mais dúvidas sobre essa "pesquisa" do Ibope

Só para você registrar, amigo leitor, o quanto é falha essa pesquisa que o Ibope e os tucanos estão querendo usar para forçar a ida de Jatene ao segundo turno.

Quero lembrar de outro caso no Pará, que ocorreu nas eleições para o governo, em 2006.Na época, segundo o Ibope, Ana Júlia tinha 30% contra 41% de Almir Gabriel. Ana Júlia foi para o segundo turno com 37%, embora a margem de erro fosse de 3% e não de 7%.

Quanto aos municípios informados, muito depois, com a pesquisa sendo divulgada sem respeitar os 5 dias de prazo estabelecidos por lei a partir do registro, o número de pessoas entrevistadas não obedece à proporcionalidade de eleitores. Por exemplo, Em Pau D´Arco, que tem menos de 6 mil eleitores, foi entrevistado o mesmo número de pessoas que em Castanhal, que tem mais de 100 mil eleitores.

O questionário não foi juntado.

Permanece ainda a dúvida sobre o prazo em que a pesquisa aconteceu: o período informado ao juiz 23 a 28/08, não confere com o período informado na edição do Jornal O Liberal, desta segunda, que informa 24 a 26/08.

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