terça-feira, 31 de agosto de 2010

Serra diz porque saiu candidato. E erra

Por Zé Dirceu, no blog dele:

Serra e Aécio Na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (ABIMAQ), em reunião com os empresários, José Serra (PSDB-DEM-PPS) contou: foi a "paixão política" que o fez abrir mão da reeleição de governador este ano "por uma aposta pelo Brasil", saindo candidato a presidente da República.

Deu uma justificativa errada. Não disputou a reeleição agora por uma obsessão, a mesma que o impediu de cumprir o mandato de prefeito de São Paulo. Eleito em 2004, Serra tinha assinado um documento em cartório se comprometendo a cumprir o mandato de 4 anos (até 2008), mas um ano e quatro meses depois, abandonou a prefeitura para se candidatar ao governo de São Paulo. Que deixou 3,5 anos depois, quando poderia agora tentar a reeleição, para se candidatar a presidente da República.

Serra não fez outra coisa desde janeiro de 2005 que não buscar de forma obsessiva a candidatura a Presidência, que considera sua. Por isso impôs-se dentro do PSDB, contra a vontade da maioria que preferia o então governador tucano de Minas, Aécio Neves.

O paulista não permitiu a realização das prévias propostas por Aécio para escolha do presidenciável tucano. Serra alijou Aécio autoritariamente da disputa pela candidatura, e escolheu o vice que queria (deputado Índio da Costa - DEM/RJ). Em nome desta obsessão, aliou-se até ao exs deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB (uma fatia do partido passou a apoiá-lo) e governador Orestes Quércia, este seu ferrenho adversário no passado e razão do tucanato fundar o PSDB.

Com apoio da mídia, Serra fez de tudo para impedir nossa aliança com o PMDB, para que ele se aliasse aos peemedebistas que lhe deram a vice em 2002, a deputada Rita Camata (ES), hoje no PSDB. Como vemos, não tem nada de aposta, nem amor pelo Brasil. Tem, sim, a busca desesperada e obsessiva pelo poder, mesmo a custa de destruir o PSDB e de inviabilizar a candidatura natural de Aécio. Deu no que deu... (leia post abaixo)

Ruim nas pesquisas e sem militância

Com a candidatura presidencial de José Serra (PSDB-DEM-PPS) em desabalada queda nas pesquisas, os tucanos paulistas realizaram ontem no Viaduto do Chá (Centro paulistano) ato que reuniu 200 pessoas. Era convocatório à militância tucana para ir às ruas na campanha eleitoral. O primeiro erro da manifestação é que o PSDB não tem mais militância. Há 16 anos no poder em São Paulo, virou um partido de holerite.

Nós já ocupamos as ruas. É só viajar pelo Brasil e ler as pesquisas, embora não estejamos guiando a disputa por elas. O que move nossa campanha e a mantém em ascensão (ela e nossa candidata, Dilma Rousseff) é que temos propostas, programa de governo e o que apresentar: a obra de oito anos de governo Lula.

Nós já estamos nas ruas

Daí o reconhecimento da maioria da população, confirmado pelas sondagens eleitorais. Aliás, no ato no Chá, o coordenador financeiro da campanha de Serra, ex-ministro da Justiça de FHC, José Gregori, acusou-nos de impor uma ditadura das pesquisas. Ora, quem impôs a ditadura das pesquisas no país foram os tucanos em conluio com a grande imprensa.

Agora que as pesquisas se voltaram contra eles, vêm com essa conversa fiada... Como vemos mais uma dentre as várias previsões agourentas da oposição e de Serra não se cumpriu. Nem ele chegou à reta final da campanha na crista das pesquisas e nem o país deixou de crescer - como querem e defendem tucanos.

Pelo contrário, o país cresce - a indústria à frente - a inflação cai, as contas externas estão sob controle (apesar do câmbio valorizado), e as contas fiscais também fecharão equilibradas. Estas, importante frisar, em decorrência do aumento da arrecadação, fruto do crescimento econômico e não da carga tributária. Em síntese, céu de brigadeiro para o Brasil em 2011.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Quem ganha no primeiro turno é a Dilma!

Quem ganha no primeiro turno de verdade (leia nota abaixo), como tenho dito desde muito antes das eleições aqui, é a nossa candidatura de Dilma Rousseff, que segue a marcha de crescimento sustentado nas pesquisas de intenção de votos e agora alcançou 51% (oito pontos a mais do que no levantamento anterior). Por outro lado, José Serra (PSDB) continua em queda, passando de 32% para 27%. Marina Silva (PV) oscilou de 8% para 7%.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Estado de S. Paulo e pela TV Globo.

Dilma abriu uma vantagem de 24 pontos percentuais sobre Serra. Na pesquisa anterior, eram 11 pontos. Contando os votos válidos, ela está com 59% das intenções.

Bye-bye demotucanos!

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A vergonhosa pesquisa para manipular você!

Vou pegar emprestado o que a nossa Juventude Acelera comentou (clique para ler toda a opinião dos meninos) sobre a "pesquisa" Ibope deste domingo, uma vergonha a tentativa de manobras quando não se tem projeto:

O instituto responsável não informou à Justiça os municípios em que foi realizada a coleta dos dados. Logo, não se sabe se privilegiou bases eleitorais do PSDB para induzir um resultado.

Não apresentou a cópia do questionário aplicado aos entrevistados, então pode ter incluído perguntas que induzem a opinião do eleitor na hora de escolhar um nome para indicar o voto.

Não informou com clareza o período em que a pesquisa foi feita, o que significa que os números podem ser antigos ou refletir realidades passadas, anterior ao debate e ao programa de TV, por exemplo.

Por fim, a forma como a consulta seria feita, segundo o próprio registro, compromete a transparência e a veracidade dos resultados da pesquisa, conforme estabelece a Lei 9.504, que rege as eleições.

Sinceramente, galera, parece a pesquisa eleitoral de 2008, para as eleições de Belém, que mostrava a candidata do DEM e do PSDB, Valéria Pires Franco no segundo turno e, quando as urnas abriram, ela simplesmente estava em quarto lugar.

Se ligue e não se deixe manipular!

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O Pará e o Brasil não são o que o jn mostrou. O jn é uma fraude

Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada:

Amigo navegante Antonio, paraense, liga de Belém para demonstrar profunda irritação com a visão haitiana do Brasil, pelo jornal nacional.

Clique aqui para ler “jornal nacional usa o patrocínio do Bradesco para denegrir a imagem do Brasil”.

Diz o Antonio.

Para ir a Jacundá, no Pará, o jornal nacional teve que fazer escala em Marabá, não é isso ?

Por que ele não deu um pulinho a Marabá ?

A reportagem sobre Jacundá faz parte dessa nova espécie de jornalismo aero-rocambolesco, para denegrir a imagem do Brasil – do jeito que o Ali Kamel gosta.

Marabá talvez seja o maior pólo de crescimento da economia brasileira hoje.

Marabá é uma China de crescimento econômico.

A Vale constrói ali uma usina de laminados, a Alpa, que, sozinha, cria 18 mil empregos.

A Alpa será uma das principais beneficiárias da usina de Belo Monte.

(Belo Monte, que a urubóloga Miriam Leitão criticou tanto, será a terceira maior hidrelétrica do mundo – um horror !)

Por causa da Alpa e da energia de Belo Monte, 40 indústrias se instalarão em Marabá.

Em Marabá passa uma das maiores pontes ferroviárias sobre rio do mundo, para levar o minério de ferro que sai de Carajás a caminho do Maranhão.

Veja que horror !

A população de Marabá deve crescer 150% até 2014.

Até lá serão criados 70 mil novos empregos e a associação comercial calcula que serão investidos US$ 33 bilhões.

No momento em Marabá se constrói um shopping-center de 30 mil metros quadrados de área de loja , com lojas âncoras do padrão de Riachuelo, Marisa e C&A.

O responsável pelo empreendimento é o grupo Leolá, que tem mais de 60 lojas na região de Marabá.

O jornal nacional, amigo navegante, é uma fraude.

Esse sorteio das cidades brasileiras pelo jornal nacional lembra muito o Globope.

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Juventude é minha prioridade

Meu amigo e minha amiga, se você não viu, assista abaixo meu primeiro programa de TV no Horário Político:

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Jatene não tem chance de vitória, segundo PSDB nacional

Na Folha de hoje, com o título Preocupado com queda de Serra, PSDB vai focar campanha em quatro Estados:

Preocupado com a queda do candidato José Serra nas pesquisas de opinião, o comando do PSDB já discute ajustes na campanha nacional e uma estratégia de sobrevivência da oposição em caso de derrota na corrida presidencial. O partido apostará suas fichas na eleição de governadores de quatro Estados: São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás.

Além da correção de rumo para a Presidência, a cúpula tucana se reúne, amanhã em São Paulo, para discutir o futuro da campanha e o destino do partido.

Chamado a São Paulo a pretexto de gravar sua participação na propaganda de Serra, o ex-governador de Minas Aécio Neves tem encontro marcado com o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE).

Segundo tucanos, está prevista ainda a participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na conversa. A assessoria de FHC afirma, porém, que "até o momento, não consta nada do tipo na agenda dele".

Serra deve estar no Rio Grande do Norte amanhã, dia da reunião.

A partir de agora, o partido deverá concentrar seus esforços na manutenção do governo de Minas, onde o peemedebista Hélio Costa lidera a disputa. Apesar de remotas, há expectativa de vitórias no Pará e no Piauí.

O tucanato conta ainda com a eleição de pelo menos oito senadores, entre eles Aécio e Tasso Jereissati (CE).

No plano nacional, todo o movimento será para garantir a chegada de Serra ao segundo turno --o foco deve ficar nos nove maiores colégios eleitorais do país.

Nos Estados, as candidaturas nos quatro locais-chave onde o partido tem boas chances devem receber um impulso financeiro extra.

Além de Aécio, que lidera a disputa pelo Senado em Minas, todos os candidatos a governador com chance de vitória --entre eles, Beto Richa (PR) e Marconi Perillo (GO)-- vão participar do programa de Serra na TV.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Viva dona Eunice

Caros leitores, peço licença para homenagear uma figura maravilhosa, lutadora, especial para minha militância e de vários outros companheiros do PT: dona Eunice Peloso.

Uma das palavras mais bonitas que encontrei foram as de Raimundo Monteiro, no blog do Jeso, de Santarém:

Por Raimundo Monteiro (*)

A família Peloso comemora os 90 anos da matriarca, dona Eunice. Viúva após trinta anos de casamento, prosseguiu um verdadeiro mandato de construir uma família com princípios e formação sólida, forjada no trabalho e na dedicação ao bem-estar coletivo.

Quero destacar nesta breve reflexão, na trajetória da Dona Eunice, um aspecto que certamente marcou a vida de muitas mães brasileiras que viveram esses 90 anos da nossa história. São os anos em que o Brasil vivencia a urbanização e a industrialização. A cidade passa a ser o horizonte de realização da sociedade brasileira, com os empregos nas fábricas que emergem nas regiões dinâmicas, a telefonia, o telégrafo, o transporte por via férrea e depois as grandes rodovias que cruzam o Brasil de Sul a Norte e de Leste a Oeste.

A influência do rádio e depois da televisão, influenciando as idéias, as aspirações de ser e de ter e os destinos dos jovens que passam a competir por um espaço físico nas cidades e por bens de consumo que simbolizam o sucesso numa sociedade capitalista emergente.

Foram os 90 anos em que o Brasil reconfigurou, cem anos depois da Europa, a paisagem humana das suas zonas rurais. Saem os camponeses e entram as máquinas naqueles estados brasileiros que se industrializam mais rápido. Também foram refuncionalizados os papéis das regiões. As mais equipadas e com mais elevado índice de formação escolar e profissional tornam-se centro de indústrias e aquelas em que a “natureza” ainda não tinha sido domada e as relações econômicas ainda não haviam sido “domesticadas pelo capitalismo”, tornam-se as fornecedoras de matérias-primas e mão-de-obra.

O ideário de educar os filhos e habilitá-los para a vida nas cidades orientou as famílias camponesas que compartilhavam essa visão de progresso. Melhorar a vida dos filhos se tornou uma missão geracional. Vencer pelos estudos, uma visão e uma estratégia de ascensão social pela inteligência individual e pela motivação coletiva. Famílias íntegras, unidas por valores sólidos e coesão interna foram as melhor sucedidas. A família do seu Félix e dona Eunice Peloso estavam entre essas. Viveram a maior parte de suas vidas em Belterra, onde a filosofia empresarial de trabalho, de gerenciamento do tempo e do conhecimento foram um laboratório do que havia de mais avançado no sistema capitalista: o fordismo. Filosofia dele mesmo, do dono: Henry Ford. Tão locais e tão globais!

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Meu mandato luta e apresenta melhorias para a segurança

É com muita alegria que informo a todos vocês que o cargo de Delegado de Policia Civil, privativo de bacharel em direito, está a um passo de se integrar para todos os fins as carreiras jurídicas do Estado. É que a PEC 02/2010, de minha autoria, foi apresentada na Assembleia Legislativa, valorizando as forças de segurança e, portanto, com reflexos para a melhora do bem estar de toda a nossa população que, ainda hoje, apesar de todos os investimentos da governadora Ana Júlia, sofre com o peso do desgoverno tucano de Simão Jatene.

Reconhecimento do meu trabalho (do nosso trabalho coletivo), é a carta que publico abaixo, de Silvio Maués, Presidente da Adepol/PA, agradecendo esta luta comum:

Ilustre Deputado,

Neste primeiro momento, quero agradecer-lhe profundamente em nome de todos os DELEGADOS DE POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO PARÁ, por ter encampado o patrocínio de uma causa tão cara para os integrantes desta carreira que reputo como uma das mais importantes para a sociedade, mas que necessita de uma voz no parlamento para fazer com que os representaes do povo reconheçam tal condição.

Quero agradecer-lhe por encarar com seriedade e inteligência, peculiar aos grandes homens, o chamado feito para abraçar causa tão justa, mas historicamente renegada. Digo a V. Excelência, que defender a reinserção do Delegado de Polícia ao rol das carreiras jurídicas do Estado, é acima de tudo desconstituir paradigmas fundados em visões preconceituosas e elitizadas, que distorcidamente formaram o estigma de que o Delegado de Polícia possui atuação puramente voltada para a repressão, construída ao longo do período dos governos militares, e de que se trata de carreira inferior dentro das carreiras públicas com acesso restrito a bacharéis em direito.

O Delegado de Polícia, dentro do Estado de Direito é, acima de tudo, defensor dos direitos e garantias individuais e difusas, portanto, defensor da cidadania; sendo a autoridade pública mais acessível a população, dentre as que guardam o munus que possibilita a solução de conflitos gerados no seio da sociedade.

Os requisitos de acesso ao cargo de Delegado de Polícia é o mesmo exigido para as demais carreiras de formação juridica, a instituição responsável pelos concursos tem sido a mesma(UNB), o nível das provas semelhantes, tantos que vários colegas, findam posteriormente optando pela carreira da magistratura e ministério público. Entretanto a sociedade precisa da mesma forma de todos os profissionais, quer sejam juízes, promotores, defensores, procuradores, consultores ou Delegados, sendo que do Delegado exige-se muito mais, inclusive, maior exposição da vida.

Portanto defender a valorização de nossa categoria é acima de repor justiça a uma relação histórica de preterimentos e falta de reconhecimento, o que valoriza ainda mais a iniciativa de V. Excelência, reforçando as razão de nossos agradecimentos. Tenho absoluta certeza de que a aprovação da emenda proposta por V. Excelência, fará de sua iniciativa um marco dentro da história da Polícia Civil do Estado do Pará, iniciando um processo de resgate da auto-estima do Delegado de Polícia.

Atenciosamente,

SILVIO MAUÉS

Presidente da Adepol/PA

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Oposição tenta agredir mas o Governo está respaldo.

Fui ontem à tribuna da ALEPA mais uma vez defender o Governo Popular dos ataques oportunistas e eleitoreiros de uma oposição dividida, sem projeto para apresentar, que vê diariamente seus apoios irem se perdendo e diminuídas as chances de ser eleitoralmente viável.

À caminho de uma longa hibernada política, PSDB, DEM e PPS, estão desesperados, mas a verdade não faltará, como tem sido praxe, pois a oposição faz demagogia, no seu melhor estilo "que se dane a população" e nós, do PT, junto com nossos aliados, nos preocupamos com o bem estar do povo.

No caso da Delta Construtora, sobre aluguéis de carros para a Polícia Militar, é novamente isto que está em jogo.

Leiam abaixo, a título de esclarecimento, matéria publicada nesta quarta-feira, 18.08, no jornal Diário do Pará, que traz meu pronunciamento ontem na ALEPA:

Deputado afirma que há legalidade

Coube ao deputado petista Carlos Bordalo fazer a defesa do governo. Segundo ele, tanto o contrato com a Delta para locação de carros à Polícia quanto o acordo com a prefeitura de Belém “estão respaldados pela legalidade”.

No caso do aluguel dos carros o governo teria atendido aos princípios da economicidade e urgência. “O foco é o combate ao chamado crime de varejo. Havia necessidade de uma ocupação global da cidade. A segurança não podia esperar”, disse admitindo que a medida pode parecer eleitoreira, mas garantiu que não foi essa intenção. “Não se pode deixar de tomar medidas porque estamos em período eleitoral”. O deputado petista disse que o PT está disposto a votar a favor da CPI, desde que sejam apuradas a compra de equipamentos para a PM nos últimos oito anos, o que incluiria o período em que o tucano Simão Jatene (candidato novamente) esteve no governo.

Bordalo disse que no caso do acordo com o município “o governo está resgatando uma dívida histórica”. Na época em que a dívida começou, o então prefeito Edmilson Rodrigues acusou o então governador Simão Jatene de perseguição, por não repassar o valor do ICMS a que Belém tinha direito. (Diário do Pará)

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Nosso primeiro programa aponta para a vitória

Quem não assistiu, assista abaixo:

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Vox já dá Dilma no primeiro turno

Pesquisa Vox Populi divulgada ontem, 18/8, encomendadapela TV Bandeirantes aponta que Dilma ganharia a eleição já no primeiro turno com16 pontos à frente de Serra, com 45% das intenções de voto, enquanto o tucano tem 29%.

A pesquisa Vox Populi confirma a tendência já apontada pelo Instituto Ibope que Dilma Rousseff poderia ganhar a eleição no primeiro turno.

No PA, também vamos avançar, com os jovens!

Mais de 4 mil jovens participaram do Comício da Juventude, ontem à noite, no Bengui. A manifestação em apoio à governadora Ana Júlia, como fruto do grande investimento que ela fez em políticas para as pessoas de 15 a 29 anos, como o Bolsa-Trabalho, aconteceu na confluência da nova avenida Independência, com a Transmangueirão, onde o governo do Estado executa duas das obras do projeto Ação Metrópole, a maior intervenção dos últimos 20 anos nos sistemas viário e de transporte público da Região Metropolitana de Belém.

A nossa governadora lançou o blog Juventude Acelera, que vai pautar a campanha para os jovens, na perspectiva - perdoe a repetição - de acelerar as oportunidades da juventude paraense.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A três pontos de liquidar a fatura

Nossa candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 41% das intenções de voto, revelou a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 13/8, pelo Jornal Nacional, da TV Globo. Dilma está 8 pontos percentuais a frente do adversário José Serra (PSDB), que tem 33%. Já a candidata Marina Silva (PV) continuou com 10% da preferência do eleitorado.

De acordo com a pesquisa, faltam apenas 3 pontos percentuais para que Dilma vença a eleição no primeiro turno. Agora, a candidata lidera nos quatro principais institutos: Ibope, Sensus, Datafolha e Vox Populi.

Veja resumo da semana vitoriosa da nossa campanha.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Como Ali Kamel quer levar a eleição para o segundo turno

Por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador

Não é nenhum blogueiro que afirma. É o analista (e bom jornalista) do “Estadão”, João Bosco Rabello, quem analisa a forma como Bonner e Fatima trataram Serra na sabatina do “JN”:

“Foi o candidato que passou menos tensão (…) Teve espaço para desenvolver sua gestão e suas ideias na saúde e foi contemplado pelos apresentadores com o bônus de discorrer sobre as vantagens de um sistema de pedágio que premia os resultados das rodovias estaduais. Não foi pressionado nos temas mais delicados. Foi mais fácil para ele que para seus antecessores os 12 minutos na bancada do Jornal Nacional.”

E não é nenhum deputado do PT que reforça, mas o Roberto Jefferson, hoje aliado de Serra:

“William Bonner e Fátima Bernardes facilitaram para o meu candidato. Foram mais amenos com ele.”

Preciso dizer algo mais?

Preciso.

Leia o que mais tem a dizer sobre o assunto o jornalista Rodrigo Viana.

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Ministério diz que Serra mentiu 3 vezes sobre rodovias federais

Ministério dos Transportes contesta afirmações do presidenciável José Serra sobre o setor:

Brasília, 12 de agosto de 2010

Com relação às afirmações feitas pelo presidenciável José Serra na edição do Jornal Nacional da TV Globo, exibidas nesta quarta-feira (11), sobre as condições da malha rodoviária federal, sobre dois importantes trechos de rodovias concedidos à iniciativa privada e sobre a aplicação dos recursos da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – Cide – Combustíveis) o Ministério dos Transportes esclarece:

1ª afirmação: “… de cada 10 estradas federais, sete estão esburacadas”, afirmação que usou como referência a Pesquisa CNT/2009, cumpre esclarecer:

Em pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2009, a condição de pavimento das estradas pesquisadas, que envolveu uma extensão de 89.552 km, dos quais 60.784 km de rodovias federais, foi a seguinte: 94,3% não apresentavam buracos. Em 95,3% da malha, a condição do pavimento não obrigava a redução de velocidade. No que se refere especificamente às condições do pavimento das rodovias federais, a conclusão é a de que 88,2% das rodovias estão em condição regular, em bom ou em ótimo estado. (Fonte: Relatório Gerencial – Pesquisa Rodoviária 2009, págs. 33, 34 e 105)

A boa condição exibida pelas rodovias federais é resultado do expressivo crescimento nos investimentos em manutenção rodoviária. No período entre 1995 e 2002, foram investidos R$ 3,8 bilhões, enquanto que no período entre 2003 e 2010 os investimentos são da ordem de R$ 16 bilhões.

Portanto, as afirmativas do candidato José Serra traduzem uma interpretação equivocada das conclusões a que chegou a pesquisa rodoviária da CNT/2009.

2ª afirmação: “As concessões do governo federal não estão funcionando. A Régis Bittencourt continua sendo a Rodovia da Morte e a Fernão Dias está fechada”, cabe corrigir:

A rodovia Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR que liga São Paulo a Curitiba) está toda duplicada em sua extensão de 400 km, à exceção de um segmento de 30 km na região denominada Serra do Cafezal, no estado de São Paulo. Hoje é explorada em regime de concessão, cabendo à concessionária a duplicação desse trecho, o mais crítico da rodovia. A demora na duplicação do trecho da Serra do Cafezal, obra iniciada recentemente, se deveu às históricas dificuldades para obtenção do licenciamento ambiental, que se desdobrou inclusive na instância judicial. A obra está estimada em R$ 376 milhões, deverá estar concluída até 2012 e sua execução não implicará em aumento de valores de pedágio.

A rodovia Fernão Dias (BR-381/SP/MG, que liga São Paulo a Belo Horizonte) não está fechada, como afirmou o candidato José Serra. Encontra-se com desvio de tráfego em um único ponto de toda a sua extensão (560 km), provocado pelo deslizamento de encosta, em conseqüência de fortes chuvas, que afetou as fundações de um viaduto, na altura do quilômetro 77 – obra construída pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo. A concessionária responsável pelo trecho tomou iniciativas para estabilizar a pista e evitar o colapso total da estrutura do viaduto. Considerando o tempo necessário para recuperação da estrutura, optou-se provisoriamente pelo alargamento da pista remanescente, tornando possível a liberação do tráfego no mês de junho passado. Atualmente estão em execução as novas fundações do viaduto, para que seja possível sua integral recuperação até outubro.

Todas as rodovias federais concedidas estão em pleno funcionamento.

3ª afirmação: “Nunca o Brasil esteve com estradas tão ruins. De 2003 para cá, foram arrecadados R$ 65 bilhões na Cide. Sabe quanto foi gasto disto pelo Governo Federal? R$ 25 bilhões. Ou seja, foram R$ 40 bilhões arrecadados para investir em estradas do Governo Federal que não foram utilizados”, cabe corrigir:

Em relação à condição das estradas, no item anterior foi cabalmente demonstrada a improcedência dessa afirmação.

A arrecadação dos recursos da Cide entre 2003 e 2010 (até junho) foi de R$ 54 bilhões e não de R$ 65 bilhões como afirmou o presidenciável. Dos R$ 54 bilhões arrecadados, R$ 12,3 bilhões foram transferidos a estados e municípios por vinculação constitucional, restando para a União o valor líquido de R$ 41,9 bilhões.

Desses R$ 41,9 bilhões, R$ 32,6 bilhões foram destinados ao Ministério dos Transportes, que os investiu em infraestrutura de transporte, conforme as disposições constitucionais. O restante dos recursos arrecadados foi aplicado na forma da lei pelos ministérios de Minas e Energia, Ministério do Meio Ambiente, das Cidades e Secretaria Especial de Portos. Cabe registrar que apenas os investimentos em rodovias no período 2003-2010, independentemente da Cide, hoje já montam a R$ 34,5 bilhões e até o final do ano deverão superar o valor total da Cide que coube à União no período.

Conclusão: os recursos da Cide estão sendo aplicados, como manda a legislação, não só em rodovias mas também em portos, ferrovias e hidrovias. A dimensão dos investimentos em rodovias e o satisfatório estado geral das mesmas derrubam a tese de subinvestimento nesta área e de que só os recursos da Cide seriam capazes de manter as estradas em bom estado.

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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Agenda da vitória

Amanhã será um dia especial da campanha de reeleição da governadora Ana Júlia. Um bandeiraço vermelho vai agitar a os quatro cantos da cidade, a partir das 15 horas. É a onda vermelha da vitória do povo.

Às 17 horas, um encontro no Expresso 21, na rua Presidente Pernambuco, esquina com a Tamandaré, em Belém, reunirá blogueiros e tuiteiros, especialmente os jovens, para criar a rede social da Acelera Pará. O site da campanha e um outro da campanha da juventude deverão ser lançados, inaugurando uma grande campanha virtual, só que espontânea e não artificial, cheia de boatos e baixarias, como faz o PSDB no twitter.

Às 18 horas, em São Brás, tem o comício das mulheres, onde a governadora, que é mãe e desdes empre lutador dos direitos femininos, apresentará suas propostas por mais igualdade em seu segundo mandato.

E, às 19 horas, vamos inaugurar o comitê da campanha de Dilma no Pará, que é coordenada pela prefeita Maria do Carmos, Duciomar, Helder Barbalho e João Batista, na Rua Diogo Móia, n° 1114, próximo à Alcindo Cacela.

Todos lá, junto com o ministro Alexandre Padilha!

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Ministério da Saúde rebate 6 mentiras de Serra no JN de ontem

Leia abaixo esclarecimento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Ministério da Saúde, a respeito das inverdades ditas pelo candidato tucano José Serra durante entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, ontem à noite:

Em relação a declarações feitas pelo presidenciável José Serra, na noite desta quarta-feira (11), a respeito da realização de cirurgias eletivas, mutirões, prevenção de doenças e saúde da mulher na atual gestão, o Ministério da Saúde esclarece:

1) Não é verdade que houve redução no número de cirurgias eletivas. Os mutirões foram incluídos na Política Nacional de Cirurgias Eletivas, criada em 2004. Essa política incorporou aos quatro procedimentos que eram realizados até então (catarata, próstata, varizes e retinopatia diabética) outros 86 procedimentos, totalizando 90 tipos de cirurgias eletivas.

2) Com a ampliação, o número de cirurgias eletivas realizadas, considerando esses 90 tipos de procedimentos, passou de 1,5 milhão, em 2002, para 2 milhões, em 2009.

3) Em 2009, a quantidade de cirurgias de catarata, por exemplo, foi maior que em 2002, tido como o ano auge dos mutirões. Naquele ano, foram 309.981. Em 2009, o SUS realizou 319.796 cirurgias. E, no decorrer de sete anos (de 2003 até 2009), a quantidade de cirurgias de catarata chegou a 1,9 milhão de procedimentos;

4) Também é incorreto dizer que a prevenção de doenças “ficou para trás”, como afirmou o candidato. Houve avanços inegáveis nesta área, como alguns exemplos a seguir: o Brasil interrompeu a transmissão do cólera (2005) e da rubéola (2009); a transmissão vetorial de Chagas, em 2006; e eliminou o sarampo, em 2007. Estamos próximos da eliminação do tétano e foram reduzidos as mortes em outras 11 doenças transmissíveis, como tuberculose, hanseníase, malária e Aids. O país realizou as duas maiores campanhas de vacinação do país e do mundo: a de rubéola, em 2008, e a contra a gripe H1N1, neste ano;

5) Ainda, em programas estruturantes de prevenção, a cobertura populacional do Saúde da Família cresceu 61% em todo o país – o número de equipes saltou de 19.068 (em 2003) para 30.782 (até março deste ano). Entre suas principais tarefas estão a promoção da saúde e prevenção de doenças. As equipes podem resolver até 80% dos agravos de saúde da população;

6) Em relação à saúde da mulher, para a qual o candidato afirma que há problemas, o Ministério da Saúde informa que a gravidez na adolescência caiu 20% entre 2003 e 2009, e o investimento no planejamento familiar aumentou 605%, totalizando R$ 72,2 milhões, em 2009, para a compra de pílulas e outros contraceptivos. Houve um aumento de 125% nas consultas pré-natal (total de 19,4 milhões em 2009). Na prevenção, o suplemento de saúde da PNAD 2008, feita pelo IBGE, apontou que a proporção de mulheres de 50 a 69 anos que se submetem a mamografia passou de 54,8% em 2003 para 71,5%, em 2008.

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A paz entre Venezuela e Colômbia desmonta discurso tucano

O editorial da Carta Maior de ontem:

Álvaro Uribe despediu-se do poder regurgitando provocações contra Chávez, que o ignorou. A tentativa algo desesperada de impedir que o belicismo desagregador personificado por ele virasse passado na política regional não deu certo. Nem bem a cadeira presidencial esfriou, seu sucessor, Juan Santos, recebeu o venezuelano para restabelecer a paz nas relações bilaterais. A atitude madura reforçada pela intermediação cuidadosa da Unasul, através de Nestor Kirchner, adiciona um caminhão de más notícias à candidatura do presidenciável brasileiro, José Serra.

Esganado pela mão dupla de uma economia que bate recordes sucessivos na geração de empregos e tem um Presidente com 80% de aprovação, interessaria ao tucano vocalizar o uribismo no ambiente eleitoral brasileiro. Seu parceiro de chapa e idéias, Índio da Costa, e o back-vocal obsequioso da mídia demotucana, foram insuficientes, porém, para emplacar o delirante enredo que insinuava a existência de um ‘eixo do mal’ latinoamericano, formado por guerrilheiros das Farcs, tráfico, o PT e, claro, a candidatura apoiada por Lula.

Era o título pronto de um filme à moda Stallone: ‘Uribe e Serra contra o Mal’: --Eles cortam cabeças de pessoas’, disse o ex-governador de São Paulo na pré-estréia. O reatamento das relações entre Venezuela e Colômbia indica que o trem da paz pode incorporar uma solução política para o futuro das Farcs.

O rápido avanço das negociações no ambiente pós-Uribe avulta a desconcertante inadequação e o esférico despreparo da dupla Serra & Índio para liderar o mais influente guarda-chuva econômico e político de uma convergencia regional assentada na paz e na cooperação: a chefia do Estado brasileiro.

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