quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Choque no ninho reflete inviabilidade eleitoral

Só pode ser excesso de certeza de que voltarão ao Palácio dos Despachos o barraco que os tucanos paraenses armaram no gabinete do senador Sérgio Guerra, em Brasília. Com certeza, não leram direito a última pesquisa pública e com credibilidade divulgada no blog do Vic, onde Jáder e Ana Júlia dividem a dianteira e Simão Jatene aperece "na cintura" do levantamento.

A verdade também é que a correria para ver se a presidência local é do senador Flexa ou do deputado Zenaldo não vai se definir tão cedo, porque Sérgio Guerra não tem moral para enquadrar um estado se sequer consegue selar um acordo entre Serra e Aécio. Só que o desespero de pedir arrego ao senador pernambucano demonstra que essa guerra local não terá fim, para o bem do povo do Pará, que assistirtá de camarote seus inimigos se digladiando pelos jornais.

Os problemas são muitos, além da falta de popularidade, claro. Almir Gabriel, aposentado em 2006, apesar dele não ter ainda consciência disso, está disposto até a se inscrever nas prévias internas para constranger Simão Jatene. O PSDB também se divide se quer ou não aliança com Jáder e vai observando, com um número reduzidíssimo de prefeitos, com deputados dissidentes e desfiliações em massa, o PT e o Governo costurarem uma ampla aliança.

É também certo, apesar dos discursos negando o óbvio, que, vença quem vencer, a facção derrotada boicotará a outra. Esse é o ingrediente que vai aprofundar o conflito interno deles: saber que estão dia a dia perdendo a viabilidade eleitoral.

Mas, o principal problema, leitores, é que eles não tem projeto para o estado do Pará a não ser duas ou três obras turísticas feitas no passado, foram rejeitados nas urnas em 2006 com um candidato que consideravam (e pensavam que povo também) um mito, continuam em baixa com a população e estão completamente desbaratinados, mas arrogantes que são, a exemplo dos seus congêneres nacionais, acham que definirão a eleição na base do carisma. Ledo engano. Quando a campanha começar e os números e nomes das realizações do Governo Popular começarem a tomar o domínio público, a derrota os abaterá novamente, porque terão de enfrentar o que não possuem: comparativo das gestões, idéias e propostas.

Tucanos fazem avaliações erradas

Os tucanos vivem essa guerra de nervos porque dia após dia percebem que suas fórmulas não funcionam mais. Não é à toa que decidiram parar de atacar o Bolsa-Família e o Pré Sal em reunião de Executiva Nacional do PSDB. Não sabem o que fazem quando ninguém mais dá a mínima para as bobagens do Reinaldo Azevedo, Jabor, editoriais da Folha e Estadão, Lúcia Hípólito, as charges do Caruso e tudo que antes era tido como "formador de opinião".

No Pará, comemoram a taxa de rejeição da governadora fazendo uma análise errada: não se trata de conhecer e não gostar, mas o índice, neste caso, equivale ao desconhecimento acerca das ações de governo, problema que detectamos e estamos superando. Dando nomes e números às nossas realizações, esse percentual baixará rapidamente, principalmente após início da campanha eleitoral.

Imaginam que, com é praxe, Jáder decidirá a eleição e que o faria nos termos de 2002 por causa dos conflitos de governabilidade. Aqui são vários erros. O primeiro é que a aliança que estamos costurando para além do PMDB equivale à força desse partido, o que não torna mais os peemedebistas os fiés da balança. O segundo é que Jáder está lulista, opera a aliança nacional para 2010 na qual Michel Temer seria o vice de Dilma. Então, ainda que com os conflitos, é mais fácil o PMDB apoiar o PT no segundo turno paraense do que os tucanos. Sem contar que nada, absolutamente nada, assegura que o PSDB estará no segundo tempo das eleições estaduais, basta lembrarmos do desastre eleitoral que foi a candidatura da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco para a prefeitura de Belém. Lembremos que na eleição do ano passado, o PSDB também estava rachado e não adiantou nada ter feito as duas ou três obras turísticas, nem o Paulo Chaves como vice. Jáder emplacou Priante no segundo turno e o voto tucano ainda foi disputado pelo deputado Arnaldo Jordy.

Com a força conquistada pelo PMDB, com a canalização do fato de ser da base do governo do presidente Lula, Jáder ou um candidato seu para valer pode sim tirar os tucanos do segundo turno e deixar a disputa entre PT e PMDB. Aí, o PSDB é que se aprofundaria numa gravíssima crise para se sair dessa: ou não apoiar ninguém e se enfraquecer ainda mais, ou perder parte de suas bases anti-Barbalho e ainda, quem sabe, o pior dos mundos para o partido, que seria ver parte dessas mesmas bases migrando para o voto de protesto no PT.

PSDB vai pagar de novo por seus desgovernos

Nos seus 12 anos, os dois governos tucanos se comportaram como escritórios gerenciadores dos nossos índices alarmantes de evasão escolar, analfabetismo, metade da população abaixo da linha da pobreza, liderança nacional em trabalho escravo e violência no campo, cujo maior símbolo foi o Massacre de Eldorado dos Carajás, desmatamento, exploração sexual infanto-juvenil e desmonte do serviço público.

O maior símbolo dessa era que as eleições de 2006 e as pesquisas recentes provam que nosso povo quer esquecer é a CELPA.Entregue por míseros 450 milhões de reais a investidores privados estrangeiros (Grupo Rede), hoje em dia está endividada, atrasando o próprio repasse do ICMS ao Estado, sem condições estruturais de sustentar todos os pontos de luz, deixando rotineiramente milhares de paraenses às escuras e vulneráveis à violência, sem conseguir responder à demanda do Pará por energia e cumprir o cronograma de expansão da rede de energia do Luz Para Todos, de onde lhe é provido investimento público para esse fim.

Na segurança pública, os governos de Almir Gabriel e Jatene promoveram a redução da frota policial, dos investimentos em inteligência, além do completo sucateamento das delegacias e presídios - o que aprofundou a precaridade da condição de vida dos detentos e a superlotação - do enorme déficit de viatura e efetivo produzido na capital e interior. Em 10 anos, nenhum concurso, apesar desse caos, foi realizado. Os tucanos conseguiram a proeza de diminuir de 1995 a 2006, o efetivo recebido: de 13.700 para 12.000 policiais militares.

Na educação, a regra geral eram escolas sem laboratórios de informática, bibliotecas e material pedagóico básico como giz e apagadores, salas com déficit de cadeiras, arrocho salarial absoluto, ausência de transparência ao repassar verbas públicas para Organizações Sociais (OS) controladas por políticos da União Pelo Pará e, novamente, a precaridade: nada menos que 12 mil trabalhadores temporários foram contratados sem qualquer critério republicano, só na UEPA, 80% do quadro funcional era nesse termo, quando o correto seria a realização de concursos públicos. Com a receita do "corte de gastos", 80 % das escolas públicas ficaram fisicamente comprometidas. Tendência que predominou também quanto ao serviço público de saúde: arrocho nos salários, parcos investimentos nos hospitais de referência, estelionado da municipalização propagandeada por falta de repasse de verba suficiente às prefeituras, contratação de temporários ao invés de concursos. Até os hospitais regionais, anunciados com pompa e circunstância, foram erguidos a toque de caixa e entregues como elefantes brancos de concreto sem equipamento e funcionamento de fato.

Foram nos anos neoliberais dos tucanos que se destruiu completamente a capacidade de planejamento do Estado com a extinção do IDESP, por isso, na lógica de investimentos tucana, prevaleceu a concentração das ações na região metropolitana, a desconexão entre as distintas secretarias, gerando sombreamento de iniciativas e desperdício de dinheiro público, além da relação clientelista com as bancadas governistas. Por isso, se não criaram, os tucanos fortaleceram em muito os movimentos separatista do Pará, por inviabilizarem ou travarem o desenvolvimentos das demais regiões do estado.

Por fim, logo os tucanos que gostam de posar como arautos da moralidade, carregam um fardo pesado, como as denúncias que envolvem desvios de recursos na área da saúde, o superfaturamento de obras e o privilegiamento de repasse de verbas do tesouro estadual para grupos privados. Casos olimpicamente ignorados pelo Ministério Público Estadual, diga-se de passagem, todavia, o que é mais estranho, largamente comprovados pela CGE e encaminhados ao MPE.

Questões essas que devem aparecer na disputa eleitoral do ano que vem e ajudar e desfechar a eleição em favor da reeleição do nosso projeto seja contra o contraventor e truculento Mário Couto que, sem idéias e propostas, faz fuxico da vida pessoal da governadora, Jatene, que será masacrado pelos Almiristas ou o próprio Gabriel, nosso adversário preferido para tomar a segunda grande cossa da vida dele.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Na greve justa, uma mediação pelo povo paraense

Numa greve mais do que justa, que conta com uma adesão ainda maior do que no ano passado, em busca de aumento real e maior participação nos lucros e resultados (PLR), os bancários entram no quinto dia de paralisação no Brasil e no Pará. Por conta do aquecimento do mercado interno, a recuperação da crise e o aumento do crédio e dos investimentos, os bancos vivem uma época de grandes lucros e os trabalhadores tem que ser contemplados por esse vento de prosperidade.

Nesse fim de semana, acionado por companheiros do Comando de Greve, mediei um impasse na negociação específica entre a categoria e o Banpará, em conversa com o Consultor Geral do Estado, que levou à reabertura da mesa com o "Banco do Povo Paraense". A reunião começou às 9 da manhã.

Além de garantir os direitos dos funcionários do Banpará, dentro de uma acordo bom para todos - trabalhadores, instituição e população, que melhora com o aperfeiçoamento do atendimento - busquei uma saída para evitar os transtornos no pagamento do funcionalismo público estadual, que começa hoje.

O custo tucano no Ophir Loyola

Considerando a natureza especialíssima do trabalho desenvolvido, mediei também , junto ao Secretário de Planejamento, José Júlio, o adiamento da demissão dos funcionários temporários do Ophir Loyola, determinada pela justiça.

O Hospital, assim como as dispensas, são mais uma mina tucana de incompetência e má gestão a ser desativada pela governadora Ana Júlia.

Um trabalho reconhecido, economia aquecida

No último sábado, dia 26, tive a honra de ser agraciado com o troféu “Cordeiro de Ouro”, homenagem feita pela Associação de Criadores de Ovinos e Caprinos do Pará (Accopa) às pessoas públicas reconhecidas pelo trabalho desenvolvido em favor deste de investimento. Recebi a premiação das mãos de Joel Bitar, presidente da Accopa.

A homenagem aconteceu no Parque de Exposições do Entroncamento, durante a 43ª Feira de Ovinos e Caprinos do Pará. Junto com o deputado Beto Faro estou apoiando pequenos produtores a formarem pólos pecuários, para que sejam criadores e pecuaristas e possam atender a demanda local.

A produção cresce com apoio do Governo do Estado

A Emater e a Secretaria de Agricultura, unidas à Accopa, compraram ovinos com o intuito de formar pólos pecuários que vão atender cerca de 120 famílias carentes nas regiões de Parauapebas, São Francisco do Pará e Capanema e essas famílias vão poder comercializar esses animais a preço de produção e multiplicar o mercado, além de ter como meta gerar emprego e renda.

A partir desta iniciativa, pedi apoio dos presentes para levar a informação aos pequenos produtores dos municípios, pois o Pará, atualmente, tem 280 mil cabeças de ovinos e 70 mil de caprinos, quantidade considerada, por criadores e pecuaristas, alto-suficiente para a demanda local, já que o negócio tem se tornado cada vez mais lucrativo. Até mais do que a criação de bovinos.

Mas é preciso fazer mais rebanhos. Para isso, um projeto que vai funcionar na Escola Agrotécnica de Castanhal vai fazer o acompanhamento da criação de ovinos e caprinos até que eles sejam disponibilizados para o consumidor, até porque a participação do pequeno produtor é muito importante para o fortalecimento do mercado local.

O Pré-Sal e as nossas vidas

O Pré-Sal tem tudo a ver com a sua vida, por isso não pode ser entregue aos consórcios internacionais como querem os tucanos, assim comoa Petrobrás não pode ser vítima de uma campanha, via CPI sem foco e objetivo a não os eleitorais, com "informações" advindas de suas concorrentes mundo afora, como PSDB e DEM tentaram fazer.

Se você ainda não sabe o que esse maravilhosa descoberta tem a ver com você ou acaba seduzido pelo jogo da mídia em relativizar o feito, como também ela fez durante a marcha do Petróleo É Nosso nos anos 50, leia o artigo O que o petróleo do Pré Sal tem a ver com você e entenda tudinho, com nomes e números.

A verdade sobre Honduras

Apesar de a ONU, a OEA, a União Euroéia, os Estados Unidos, sem falar no governo brasileiro, a grande imprensa, Globo e Folha de São Paulo à frente, com reprodução nos jornais televisivos, impressos e virtuais locais, até na blogosfera mais conservadora, continua a tratar a ditadura hondurenha de "governo de fato", ainda que tenha sido decretado de madrugada, na calada da noite, o estado de sítio e fim da liberdade de imprensa. Hoje pela manhã, Alexandre Garcia, no Bom Dia Brasil, chegou a justificar uma possível invasão militar à embaixada brasileira, ao dizer que o Brasil não reconhe o governo, logo não há "zona diplomática". É o pior dos mundos!

O que articulistas e meios de comunicação não dizem é que Honduras só ganhou a importância que ostenta por estar confortavelmente implantada acima de uma reserva petrolífera considerável. A confirmação do potencial energético se deu por estudos de uma empresa norueguesa há um ano, a pedido do presidente Zelaya. Aqui reside o impasse.

Aos juristas de direita ou incautos que afirmam a "legalidade do golpe", é preciso que saibam além disso aí em cima, que a consulta à população sobre um segundo mandato, não para o presidente, mas como instituto democrático (assim como no Brasil, EUA, Espanha etc), era informal. Então, o tal artigo que criminaliza uma proposta de reeleição não caberia neste caso. O golpe não teve nada a ver com isso, mas sim com um outro ítem da consulta popular: previa que os recursos naturais de Honduras não poderiam ser entregues para outros países. Antes, Zelaya havia acionado judicialmente as empresas estadunidenses que vendiam petróleo caro a seu país.

A todos os "condenscendentes" que repetem o que a mídia diz sobre esse assunto, vale a lembrança dos carros da Folha transportando presos políticos da ditadura, o surgimento da Globo pelas mãos dos militares e num negócio internacional ilegal pela legislação da época e o não só apoio ao golpe contra Goulart pelo Estadão, como sua anterior campanha contra o monopólio sobre o petróleo pelo Brasil. São os mesmos. Hoje é "governo interino", ontem foi a "ditabranda".

Sugiro que você leia Os interesses econômicos que sustentam o golpe em Honduras, para entender melhor o assunto que uns fazerm questão de confundir.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

2010 a pleno vapor

Pelo que pude assuntar da conversa entre a governadora Ana Júlia Carepa e o prefeito Duciomar Costa, acontecerão desdobramentos de grande relevância no tabuleiro da política estadual, tanto no que se refere ao Plano Político Administrativo ao encontrar uma equação satisfatória para o impasse da privatização do sistema de abastecimento de água na capital paraense, com intuito de recuperar os recursos destinados a melhoria do sistema de água, bem como o repasse da verba para as mãos da Cosanpa e, ao mesmo tempo, fortalecendo a esfera municipal. O tabuleiro também pode mudar o Plano da Política Eleitoral, com uma possível aliança de Dudu com Ana Júlia.

Neste mesmo Plano continuamos aguardando o PMDB para conversar, já que é mais um aliado importante para as próximas eleições. Um aviso para quem ainda desconfia: não vamos ficar parados.

Encenando a derrota

Vocês não acham ilustrativa a reação do líder da bancada do PSDB na Alepa, deputado Megale, bem como a reação do deputado Alessandro Novelino, diante da derrocada das suas estratégias de tentar passar pela goela do povo a mudança brusca nas alíquotas dos combustíveis?

Sinceramente, ninguém caiu nessa encenação. Porque a intenção era desestabilizar “ela” . Era isso que se ouvia nos bastidores durante a aprovação do projeto de lei que garante redução nos valores das alíquotas o ICMS para o combustível, álcool carburante e gasolina.

E fica evidente que “ela” está arrumando bem sua caminhada para renovação do mandato. A candidatura de Ana Júlia está definida. O PT está unido ao seu redor. As alianças estão sendo costuradas em estágio avançado (leia nota acima). Totalmente diferente da tucanada, que ainda não se definiu entre o senador Mario "Cotoco" (apelido que recebeu em razão de ter sido capa de jornal mostrando toda a virulência de seu dedo contra trabalhadores em educação que reivindicavam melhores salários) e o defenestrado governador Simão, que foi rejeitado pelo ex Almir Gabriel, acusando-o de ter feito um governo medíocre e pouco afeito ao trabalho.

Honduras fica em São Domingos do Capim

Muito estranho que, em poucos dias, um juiz de 1ª Instância do Tribunal Eleitoral tenha reabilitado a prestação de contas do candidato derrotado nas últimas eleições municipais em São Domingos do Capim. As contas do perdedor pela vontade popular já haviam sido rejeitadas pelo mesmo tribunal.

Logo em seguida, Cristiano Martins, prefeito eleito pelo voto democrático, teve seu mandato cassado também de maneira totalmente suspeita e inesperada. Nossa luta será pela derrubada, o mais rápido possível, desse ato, com intuito de evitar mais essa violência contra a soberania popular e os retrocessos para a população que virão caso a injustiça não seja desfeita.

Ao companheiro Cristiano e a todos que apostam na mudança do governo coordenado por ele, deixo aqui minha solidariedade e meu empenho pelo seu retorno imediato.

O trabalho não para

Através da minha luta constante junto com meu companheiro e parceiro deputado federal Beto Faro, estamos articulando o lançamento do Pólo de Dendê do Vale do Acará, com objetivo focado na produção de biocombustível. A demanda do Pólo deve beneficiar cerca de duas mil famílias de pequenos agricultores.

Este é um projeto de integração da Agricultura Familiar com o Sistema Empresarial, composto pela Biopalma e Companhia Vale do Rio Doce, com a participação dos Governos Federal e do Pará.

Mais um golaço

A energia vai chegar em regiões distantes do Marajó. O Governo do Estado vai lançar obras estruturais, como a chegada da energia, assim como já foi feito com a Hidrelétrica de Tucuruí e com a recuperação da Transamazônica, e que, por sinal, só existiam nos discursos dos governos passados.

É estimado investimento de 500 milhões de reais. Mais um ponto positivo para o Partido dos Trabalhadores, para a governadora Ana Júlia e para o presidente Lula.

O PED em Santa Luzia

Em breve acontecerão eleições nos Diretórios Municipais de todo o Brasil, e em consequência, a escolha do novo presidente do PT de Santa Luzia do Pará. A expectativa pelas eleições tomou proporções enormes.

No município da região Nordeste apoio a candidatura do companheiro Zeca do Bento, 1º suplente na Câmara Municipal de Santa Luzia, na chapa liderada pela vereadora Lúcia Machado e pelo vereador Robson do PT. Esta chapa se contrapõe ao grupo palaciano que tenta manter o PT de Santa Luzia amordaçado e sem iniciativa política. Quero frisar aqui o meu apoio ao companheiro Zeca do Bento e, ao mesmo tempo, conclamo todos os filiados do PT em Santa Luzia do Pará para apoiá-lo a presidir nosso partido.

Homem de ferro

Quando a oposição pensava que tinha conseguido atingir o presidente Lula,uma ilusão na verdade, já que a queda registrada anteriormente estava na margem de erro, o governo aparece com 81% de aprovação, segundo dados da Pesquisa CNI/Ibope divulgados na última terça (22-09). Este patamar, de 81%, é o segundo melhor resultado de toda a série realizada desde a posse de Lula, em 2003.

É por isso que a oposição também está preocupada com a ministra Dilma, porque ela é a candidata do presidente, a candidata do PT, e é por isso que ela é muito forte.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Novela do ICMS com final triste para a oposição

A Assembléia Legislativa encerrou ontem a novela do ICMS sem final feliz para a oposição, que queria inviabilizar as ações de governo no ano que vem, com claras intenções eleitoreiras. As obras, ações, programas e projetos planejados acontecerão e o povo não será prejudicado.

O governo conquistou uma vitória na votação em segundo turno do projeto de lei que garante redução nos valores das alíquotas o ICMS para o combustível, álcool carburante e gasolina.Uma emenda apresentada em plenário pelo líder do governo, deputado Airton Faleiro (PT), subscrita pelas bancadas da situação, mudou a conjuntura da discussão e possibilitou a aprovação do projeto e depois a emenda, formulada entre os técnicos do governo, de deputados da situação e o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Pará – SINDEPA, Mário Melo, com aval de representantes da Fiepa.

Pela emenda aprovada, ficam mantidos os valores da alíquota da gasolina em 30% e uma redução para 28% do valor no álcool a partir de janeiro/2010. Em setembro/2010 a redução seria de dois por cento tanto na alíquota, dos valores do álcool como o da gasolina. Caindo de 28 para 26% no álcool e de 30 para 28% no da gasolina.A emenda aprovada obteve 26 votos a favor e 10 contrários.

A emenda de minha autoria, que repassava a redução das alíquotas para a bomba foi rejeitada, mas, ainda assim, acredito que deixamos a oposição sem saber o que falar.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Governo termina e começa semana com obras e mais obras!

De quinta a segunda, a governadora Ana Júlia Carepa esteve numa intensa agenda de realizações pelo estado.

Entregou três escolas reformadas em Parauapebas, investindo mais de R$ 6,3 milhões, beneficiando3.800 alunos do ensino médio. Além da Marluce Massariol e Eduardo Angelim, a Escola Irmã Dulce foi reconstruída e ganhou laboratório de informática, laboratório multidisciplinar, biblioteca e sala de vídeo.

No último domingo, a COHAB começou a publicação dos editais em 23 cidades acima de 50 mil habitantes para adquirir terrenos para o programa Minha Casa, Minha Vida. Até a manhã de ontem já estavam inscritas 87.859 pessoas, 23% com renda de até 1 salário mínimo. A lista dos municípios inclui Belém, Ananindeua, Abaetetuba, Alenquer, Altamira, Barcarena, Bragança, Breves, Cametá, Capanema, Capitão Poço, Igarapé-Mirim, Itaituba, Jacundá, Mojú, Monte Alegre, Novo Repartimento, Oriximiná, Redenção, São Felix do Xingu, Tailândia, Tucuruí e Santarém.

No sábado, acompanhei a companheira Ana Júlia em Ipixuna para a inauguração de duas praças. A do distrito de Novo Horizonte era promessa de campanha em governos anteriores, mas nunca era realizada, segundo o prefeito Evaldo Cunha. A outra foi a a Praça da Família. No mesmo município, a SAGRI está levantando uma escola rural e um galpão para armazenamento de alimentos dos produtores do município. Além disso, terá início a construção do Hospital de Urgência e Emergência de Ipixuna e da ponte sobre o rio Capim, que vai integrar a região. Não é a toa que a governadora recebeu uma medalha de honra ao mérito e o título de cidadã ipixunense, entregues pela Câmara Municipal.

Ontem foi lançado o Plano Safra 2009/2010. Em apenas três anos foi feito pela agricultura familiar no Estado mais do que nos últimos 20 anos. Quem diz é o MDA. São 480 milhões liberados pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário, sendo R$ 280 milhões do Basa e R$ 200 milhões do Banco do Brasil. No mesmo ato, comemoramos um ano do Campo Cidadão, programa da Sagri, em parceria com outras secretarias de Estado e órgãos federais, que atende a 50 mil famílias, promove mais de 20 ações, que movimentaram 90 milhões em negócios em 2008 e 2009, além de incentivos como o repasse de 172 patrulhas agrícolas e a distribuição de sementes às organizações de produtores familiares e prefeituras, estimulou a criação do Cadastro Ambiental Rural, as 25 Casas de Farinha e as 30 Feiras do Produtor, facilitando a comercialização direta do produtor com o cliente, estabeleceu 11 assentamentos estaduais com licença ambiental e acesso aos créditos.

Na última sexta-feira, estive em Irituia para anunciar a liberação de recursos para a prefeitura, que servirão para a construção de estradas vicinais. Já no município de Santa Maria do Pará, participei da entrega de certificados de conclusão de curso e qualificação profissional para a comunidade local.

E os "cegos" da oposição dizem que este é um governo sem obras! Este é o problema de se conhecer o Pará e acompanhar o nosso estado apenas pelos jornais!

2010: Entre Ana Célia e Gueiros, sou mais Ana Célia

"(...) os movimentos atuais no tabuleiro levam a prever surpresas enormes no ano que vem. A maior delas é que, talvez, pela primeira vez em duas ou três décadas o PMDB deixe de ser decisivo.

E por quê?

Porque a constelação de partidos menores que o PT está a construir tem, provavelmente, o mesmo peso eleitoral do PMDB. Se o PT conseguir, de fato, atrair todas as demais forças políticas deste estado, isolando o PMDB e parte do PSDB (parte, porque parte dos tucanos aderirão a isso) será uma verdadeira revolução no tabuleiro político do Pará. Será a primeira vez que o PMDB não decidirá uma eleição".

Acredito que essa análise da jornalista Ana Célia Pinheiro, publicada no blog dela (A Perereca da Vizinha), seja bem mais realista no atual contexto do que esta abaixo, do Hélio Gueiros, no Blog do Vic:

"(...)ele [o Jáder], pessoalmente, não ganharia a eleição. Mas, só vence no Pará quem o Jader apoiar. Ele é a margem, a diferença entre os dois lados. Ele, com o PMDB dele, decidiu pra esse ou aquele lado - qualquer lado! - ele vai decidir a eleição. Tome nota: vai ganhar a eleição quem o Jader apoiar(...)".

Um novo governo, que vem promovendo mudanças importantes na vida das pessoas e, consequentemente, na mentalidade política, perfil e tendências do eleitorado.

Petista paraense comanda uma política indigenista vitoriosa

Perto do dos 100 anos do desenvolvimento das políticas para os povos indígenas, iniciada em com o Serviço de Proteção aos Índios (SPI) do Marechal Rondon e graças às políticas de proteção e promoção dos povos indígenas, que vem aplicando, o governo brasileiro tem sido respeitado no mundo inteiro.

Só durante a gestão do pesquisador e antropólogo paraense Márcio Meira à frente da FUNAI, 650 terras indígenas já foram demarcadas em regiões de proteção das florestas tropicais, do cerrado, da Mata Atlântica e do Pantanal.

A população indígena tem consguido crescer num cenário de demarcação das terras. A expectativa é de que, no próximo censo, no ano que vem, essa população chegue a um milhão de indivíduos, superando os dados de 2000, de 735 mil indígenas.

70 mil famílias indígenas recebem o benefício do programa Bolsa Família e ampliou-se os índices deregistro civil, aposentadoria e licença maternidade a essas populações.

Cramos a Comissão Nacional de Política Indigenista, formada por representantes indígenas e do governo, de onde foi sugerida a criação de um Conselho Nacional de Política Indigenista e a elaboração de um novo estatuto para os povos indígenas.

"Que história é essa de nacionalista ser xingamento?"

"Sabemos que quem não tem projeto vai achar tudo eleitoreiro".

Foi o que disse nossa pré-candidata à presidência da República em 2010 sobre as críticas tucanas ao governo do presidente Lula. Agora nos "acusam" de sermos nacionalistas e de termos introduzido a intervenção na economia.

Aceitamos a crítica, como também disse a ministra Dilma. Nossos adversários prefeririam ter vendido a Petrobrás e não termos descoberto o Pré-Sal (ou ele ter caído nas mãos dos consórcios estrangeiros), ter vendido a Caixa e o Banco do Brasil e termos virado pó nessa crise; defender a compra de artigos militares dos Estados Unidos, mesmo sem transferência de tecnologia e contratar serviços de empresas multinacionais concorrentes da Petrobrás para tentar prejudicá-la na CPI (esta sim) eleitoreira contra a nossa estatal.

Não, caros tucanos. Nós vamos é enviar a Consolidação das Leis Sociais, incluindo as conferências setoriais e temáticas, para o Congresso. E, para quem sabe ler pesquisas de opinião (clique para ler opinião do Francisco Cavalcante, o Chiquinho da Vanguarda) levaremos, por isso, em 2010.

Acessem a entrevista da ministra Dilma Rousseff publicada neste domingo no Folhão.

Mas, é necessário perguntar: Como não ser nacionalista quando um governo, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas publicada ontem, tira 20 milhões da linha da pobreza em cinco anos?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Diálogo com os leitores

Sexta-feira é dia de conversar com os leitores que começam a ler o blog e, a despeito da sua opinião política, promovem esse espaço para a discussão do Pará.

Isonomia dos delegados de polícia

Começo respondendo ao delegado João Alberto, que pediu meu empenho para a aprovação da isonomia salarial dos delegados de Polícia do Pará. Como havia dito na caixinha de comentários antes me dirigindo a ele, apoio a luta dos delegados, a bancada do PT também e estamos tentando costurar um acordo com o governo. Ontem mesmo, após ler uma nova consideração sua, delegado, aproveitei uma reunião que tive na SEPLAN com o secretário José Júlio para tratar do assunto.

Santa Luzia

Ao leitor anônimo que não entendeu porque recomendei a estrofe “Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão”, trecho da música "Vou Festejar”, do Jorge Aragão, ao me referir à atual conjuntura em Santa Luzia, explico: a maioria dos invetsimentos e benefícios que o prefeito "Loro" teve acesso ou foram de iniciativa minha e do deputado Beto Faro, ou tiveram nossa decisiva participação, como os 13km de asfalto, a construção de 1 matadouro municipal, 700 Bolsas-Trabalho, cursos de qualificação profissional, 1 novo hospital, 1 indústria de beneficiamento de açaí, além de todo o apoio para a reeleição do prefeito, "batendo o ponto" em todos os seus comícios. Hoje, um projeto “estranho” se apoderou do comando da prefeitura de Santa Luzia do Pará, prejudicando os objetivos originários do Governo Popular, abandonando as lideranças que colaboraram nas eleições e negociando apoios eleitorais envoltos em razões estranhas ao interesse público.

O PT e as alianças

Ao anônimo que se queixou do apoio que o PT vem recebendo de Sarney, Collor, Jáder e, como ele informou, do deputado Vladmir Costa, tenho a dizer, em primeiro lugar, que fazemos alianças com partidos, não com pessoas. Então, nossa composição é com PMDB, PTB nesses casos. Depois, se essas lideranças nos apoiam é porque começam a ter acordo com nosso programa de governo, o que é bom para o Pará e para o Brasil. Há muito tempo o PT aprendeu e decidiu em seus Encontros e Congressos que não estamos na política para fazer propaganda ideológica, mas principalmente para governar e mudar a vida do povo aqui e já e isso demanda alianças. Quem decidiu por elas foi o povo que, através do voto, estabeleceu a correlação de forças na ALEPA e no Congresso Nacional. Ocorre que tem gente que gostaria de ver o PT pequenino, fora do executivo e do legislativo, cumprindo um papel como PSOL e PSTU, enquanto tucanos e seus aceclas governariam.

Sobre esse assunto, recomendo a leitura de um artigo do professor Emir Sader, chamado A desmoralização da política, onde ele diz que "um dos maiores consensos nacionais é a desmoralização da política e dos políticos. Esporte fácil, dos mais praticados nas rodas de conversa, alimentado pela imprensa" e questiona "em última instância: de onde vem a desmoralização da política? Quem se aproveita disso? Qual a credibilidade que a imprensa tem? Qual seu poder de influência? Como se constróem os consensos no Brasil?"

Salinas

Quero assinar embaixo do que disse um outro leitor anônimo na postagem sobre Salinas: "A reaçada da classe 'mérdia' deve tá fula da vida com o blog pq no veraneio espalharam pela imprensa, do alto de posters e colunistas, que Salinas estava no abandono. Um pessoal que não sabem nem quer saber quem mora lá, não paga IPTU para a prefeitura trabalhar pelo povo pobre do município e deixa muito, mas muito lixo". Devem estar, leitor, e com razão, pensam que Salinópolis é o quintal da casa deles.

A direita com raiva, "a vida marca"

Já na postagem Vic Tem Razão, quero agradecer ao anônimo que trouxe um comentário do blog Espaço Aberto, do jornalista Paulo Bemerguy, e me defendeu. No comentário, um tal Paulo Roberto disse que meus posicionamentos têm "a profundidade de um prato e a ortodoxia de uma caixa de maizena". O anônimo contra-argumentou: "Para esse sujeito, inteligente deve ser falar mal do governo, ser anti-petista, achar que o povo não sabe votar e ouvir a CBN, a rádio que TROCA a notícia". É assim, caro anônimo, essa turma está desbaratada. Já está numa situação que, como se diz numa "pelada" futebolística: deixa que a vida marca.

O centro da disputa em 2010

Ao leitor que comentou na postagem sobre Belo Monte que o "meio ambiente é a grande discussão da campanha de 2010", digo que ele está muito empolgado com a filiação da senadora Marina ao PV. Não tenho dúvidas que esse é um assunto central, mas o país e o Pará, na minha opinião, quer debater é como mantermos uma taxa de crescimento econômico elevada distribuindo renda. E mais: se quer isso ou a volta do tempo do arroucho salarial, privataria e expansão da fome e da miséria.

Nosso governo e os semi-argumentos da oposição

A todos que pautaram nosso governo estadual, convido a continuar lendo o blog, cada contraponto que farei à imprensa e aos conservadores que querem retomar seu controle predatório do Pará. Estamos governando, investindo em todas as regiões e os resultados aparecendo. Contra fatos não há argumentos e tudo que nossos opositores, inclusive os virtuais, têm para nos atacar é com base em generalidades e piadas. Um bom exemplo é um comentário que encontrei também no blog Espaço Aberto. Contra nossos números, como os que apresentei na postagem sobre a Era Tucana na saúde, eles respondem assim: "Com esse arrazoado, fica parecendo que o governo Ana Julia é o máximo e tudo que antes havia era o caos. Quanta pretensão!Segurança : a pior de todos os tempos;Educação: abaixo de qualquer avaliação;Saúde: nunca o Pará esteve tão abandonado."

Quanta incapacidade para o debate! Diga, leitor, se não está tudo "dominado" para eles levarem a boa resposta das urnas paraenses em 2010?

Bom final-de-semana para todos!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Reduzir o ICMS é um crime contra o Pará

A redução da alíquota do ICMS dos combustíveis proposta pelos tucanos na ALEPA (leia as duas notas abaixo)representará uma redução de 25% de perdas para os municípios e para a educação, além de 12% para a saúde, frequentadora assídua na demagogia da oposição. Um crime contra o Pará, até porque o recolhimento do imposto sobre combustíveis corresponde a 25% de toda a arrecadação do Estado.

A proposta beneficia, estranhamente na véspera de ano eleitoral, diretamente os donos de postos de gasolina e o pior: sem qualquer garantia de repasse ao consumidor. Então, não é o caso de preocupação com o povo. Exatamente por saber disso, propus à bancada petista que apresentasse emenda obrigando a contrapartida dos postos de gasolina em repassar seus ganhos para o consumidor sentir a diferença na bomba.

Essa proximidade com 2010 é a grande curiosidade que ronda a retomada dessa agenda, que foi aprovada em primeiro turno em 2007 e permaneceu parada desde então. Ela prejudicará gravemente os investimentos, as obras em execução e os programas do governo do estado, porque foi . Nada me convence de que inviabilizar o governo Ana Júlia é o que está por trás da medida contra a população desenterrada por PSDB e, lamentavelmente, pelo PMDB, partido que se diz da base aliada.

Tucanos colocaram ICMS nas alturas

Como costuma fazer, jogando nas costas da companheira Ana Júlia a bagunça que promoveram em seus 12 anos de governo, o PSDB não diz que foi o governador Simão que aumentou de 20% para 30% a alíquota da gasolina, atacando os empresários, com aumentos dos custos, e os consumidores, com aumento dos preços.

Também não confessam que em agosto de 2006, a mesma proposta que querem aprovar na Assembléia agora foi apresentada pelo governador Simão Jatene, mas mesmo com ampla maioria na Casa, um verdadeiro rolo compressor que, inclusive, não tinha instabilidades como a atual base aliada, a iniciativa não foi colocada em pauta. Ou seja, tudo se resumia a obter dividendos eleitorais para a votação de outubro, quando Almir Gabriel acabou derrotado nas urnas.

O mais absurdo é que essa Brigada Tucana de deputados não votou a proposta do governador Jatene, mas colocou na pauta e rejeitou a emenda da oposição que queria reduzir para 17% a alíquota.

O PT está aprendendo a ser situação, mas PSDB, que já foi governo, não aprendeu nada com sua experiência no Executivo, só o mais puro jogo de conveniências!

Governo está fazendo sua parte

Nosso governo, ao contrário, trabalha com afinco pelo desenvolvimento do Pará com justiça social. Por isso, além da isenção do ICMS da energia elétrica para as famílias de baixa renda, já reduzimos, com o mesmo critério, o preço do GLP, que incide sobre o gás de cozinha, que no Pará tem a menor base de cálculo do Brasil.

Pela nossa política fiscal, o dieesel, que alimenta o transporte e a indústria, está entre os menores preços médios do país, além de ter sido isento para a indústria pesqueira. Só em 2008 foram isentos 20.031.633.00 de litros. Sem contar a isenção do óleo combustível usado na extração do ferro, bauxita, alumina, manganês e seus derivados.

Dia da marolinha

E a crise econômica?

A economia americana, pelas medidas tomada pelo presidente Obama, intervindo na economia, já saiu tecnicamente da recessão e começa a fazer o mundo retomar com mais força o comércio mundial sem grandes temores. No Brasil, estudos do Ministério da Fazenda, ministro Mantega à frente, apontam uma tendência de crescimento sustentado do Brasil por uma década a 5% ao ano, previsão também para 2010, enquanto projeta-se 2% ainda este ano.

Hoje, em O Liberal, uma maravilhosa manchete no Caderno Poder: de acordo com o acompanhamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), no mês de agosto foram gerados 242.126 empregos com carteira assinada, ultrapassando de longe a própria previsão anunciada pelo presidente Lula A alta é de 70%, a melhor do ano. Trata-se do sétimo mês consecutivo de crescimento ininterrupto de empregos formais.

No Pará foram criados 7.204 postos.

O Ministério do Trabalho, na mesma pesquisa, anuncia que criaremos 1.000.000 (um milhão) de empregos em 2009.

Tudo isso é produto justamente do que a oposição tucana mais detesta: aumento da massa salarial, aumento dos investimentos (que eles chamam de "gatos") públicos, fortalecimento dos bancos estatais, o BB e a CEF, e o Bolsa-Família, que agita a economia em todo o território nacional.

A crise foi , de fato, pura marolinha. Pobres tucanos...ou como diz Paulo Henrique Amorim, "bye-bye Serra 2010".

Sim a Belo Monte, ao Pará e ao meio ambiente

O governo do Pará cumpre sua posição de ser democrático e popular quando amplia o debate sobre a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, projeto Federal do presidente Lula, previsto no PAC, a todas as regiões paraenses, numa sequência de Audiências Públicas sem qualquer restrição. É esse o modo petista de governar, portador do espírito que fundou um partido que nasceu das lutas sociais.

A implantação da Hidrelétrica é importantíssima para nosso desenvolvimento, mas tem que gerar, no mesmo tempo, preservação do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida da população. Por isso, uma disputa em torno do projeto está sendo travada há 34 anos e neste governo estamos resolvendo a questão em favor dos interesses do Pará, do povo e da natureza, implantando a terceira maior hidrelétrica do país, que terá que ser com energia limpa, renovável e incluindo-se num plano de desenvolvimento regional sustentável as vantagens tarifárias para os empreendedores e povos locais.

Quanto aos problemas vivenciados terça-feira, no CENTUR, é fundamental garantirmos o debate democrático e amplo. Por isso, defendo a realização de uma nova Audiência em Belém.

Para um Correio de qualidade e uma juventude de oportunidades

Registro minha satisfação com a aprovação na ALEPA, nessa terça-feira, de duas iniciativas de minha autoria.

No plenário, foi a apreciação positiva dos deputados pela criação da Frente Parlamenar em Defesa dos Correios, que visa fortalecer seu caráter público, a qualidade e a eficiência dos serviços prestados, além de cada vez melhores condições de trabalho para seu funcionalismo. Um setor do Estado que não pode cair nas garras da iniciativa privada, sob risco de vermos aí os problemas que verificamos, por exemplo, no atual serviço de energia elétrica.

Na CCJ, a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional que insere na Constituição paraense o termo "jovem". A medida, quando ratificada no plenário da Casa, abrirá a posibilidade para formularmos um plano e um estatuto estadual da juventude e garante como questão de Estado o desenvolvimento de políticas públicas específicas. É o marco legal dos jovens, que abrirá uma era de direitos e oportunidades para a futura geração, dialogando com o que nosso governo já tem feito, como o Bolsa Trabalho, que já atendeu a 50 mil pessoas até 29 anos.

Vitórias que não são minhas, mas da juventude e do povo paraense.

Meia-passagem intermunicipal: vamos trabalhar para aprovar, definitivamente

Na semana passada, a Casa aprovou em primeiro turno a regulamentação da meia-passagem intermunicipal, matéria sobre a qual tenho me empenhado de corpo e alma. Por isso, me alegro com mais esse passo para que mais de cem mil jovens no estado, que estudam em lugares diferentes de onde moram, sejam beneficiados.

Continuarei apoiando a juventude com estudo, porque acredito que investir em educação é investir no progresso humano, social e econômico. Nesse sentido, apresentarei uma emenda para fiscalizar a freqüência com que os alunos vão aos colégios ou faculdades. Esta emenda obrigará os estudantes, no momento da renovação do benefício, a comprovar que comparecem a 85% das aulas. É uma forma de prevenir a evasão escolar.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Vic tem razão

O deputado federal Vic Pires Franco (DEM) escreveu hoje em seu blog:

"Os primos ricos dizem que a governadora Ana Júlia está morta. Não se elege nem a síndica do 'Criatalville'.

Eu acho que não.

Na pesquisa do IBOPE ela aparece embolada entre os três primeiros. O Jader que dizia estar disparado, está empatado com ela. O Jatene, que eu pensava já ter passado dos cem, não chegou aos vinte.

Mas o maior problema não é esse.

Sabe qual é ? É a máquina !

A máquina, meus amigos. E máquina, é que nem cobra. Até morta mete medo. Pelo menos pra mim... "

Oposição "Norminha": tema, tema, tema, tema...

O deputado tem razão. Além de a companheira Ana Júlia aparecer no topo da pesquisa, nossos adversários estão perdendo apoio (leia nota de Franssinete Florenzano) e dividos. Dão como certo seu retorno ao lugar de onde não admitem terem sido apeados pela população, mas os tucanos não conseguem apresentar idéias e propostas para o Estado, a exemplo do que acontece com seus congêneres nacionais José Serra e Aécio Neves, e até hoje não apontam seu programa para o Pará, a não ser duas ou três obras turísticas na capital, o fuxico em torno da vida pessoal da governadora e a necessidade de se preservar as grandes e questionáveis propriedades fundiárias da nossa terra, como o fizeram na desastrada dobradinha com a senadora Kátia Abeu, que chegou a pedir a intervenção Federal no Pará para defender o latifúndio grilado, improdutivo, explorador de trabalho escravo e ecologicamente criminoso.

Quando a campanha começar e nossa comunicação e militância corpo-a-corpo destacarem com nomes e números, com visibilidade no mapa do estado e a demonstração do impacto das obras e serviços que a governadora Ana Júlia fez no pouco tempo de sua gestão (se comparado com os 12 anos de tucanato) no cotidiano da população beneficiada, a vida vai ficar ainda mais dura para a oposição.

Quando "a máquina" é operada com competência, inversão de prioridades e resultados é melhor temer mesmo e este blog vai mostrar tin-tin por tin-tin nossos avanços, literalmente, concretos.

O PT unificado, ao contrário do que tentam plantar na opinião pública

Para piorar a dor de cabeça das aves tropicais de bico longo, o PT está unificado e todos sabem que se trata do partido mais querido do Brasil, segundo todas as pesquisas recentes, começando qualquer eleição com dois dígitos.

Triste para nossos adversários, nossas prioridades consensuais são a renovação do nosso projeto no Pará com a reeleição da governadora Ana Júlia, recuperar a vaga do PT no Senado com a candidatura do companheiro deputado Paulo Rocha, liderança capaz de animar ainda mais a militância petista, ampliar nossas bancadas legislativas estadual e federal para minimizarmos as “crises de governabilidade” e tentativas de desestabilização que sofremos nesse primeiro mandato.

Em Salinas, uma administração vitoriosa

Na última sexta-feira, 11, as crianças da rede municipal de Salinas iniciaram seus tratamentos odontológicos. Isto tornou-se realidade com a chegada de um consultório móvel equipado para esse tipo de atendimento. Salinas também recebeu ambulância para auxiliar o sistema de saúde da cidade.

Me emocionei na entrega do veículo e aproveitei para homenagear o companheiro Wagner Cury, prefeito do município, a secretária Angela, a vereadora Jamile e toda administração do Governo do Povo. Lá, invertendo as prioridades no gasto dos poucos recursos disponíveis, o PT tem realuzado uma administração vitoriosa, onde a população local está em primeiro lugar e a saúde é vista como instrumento de transformação social.

O prefeito Wagner Cury, um ex- Médico Sem Fronteiras, investe num método revolucionário (e muito barato) para detectar câncer de mama, o que vem despertando a fúria de quem lucra com a exploração da doença dos mais humildes e tem um projeto para construir um centro de referência no antigo terminal rodoviário, para atender os moradores de Salinas.

Infelizmente, existem aqueles para quem Salinópolis é apenas um balneário para se divertir no mês de julho e a saúde uma peça de marketing (leia postagem abaixo).

Em 12 anos, saúde só a dos gastos publicitários

Para quem não lembra, nos anos de governo do PSDB - Almir e Jatene - a marca da saúde foi o arrocho nos salários dos servidores, parcos investimentos nos hospitais de referência, estelionado da municipalização propagandeada por falta de repasse de verba suficiente às prefeituras e contratação de temporários ao invés de concursos. Até os hospitais regionais, anunciados com pompa e circunstância, foram erguidos a toque de caixa e entregues como elefantes brancos de concreto sem equipamento e funcionamento de fato.

Já no governo do PT, que tem a marca de ações como a do pefeito de Salinas, Wagner Cury (leia post acima).

Além do concurso público realizado, a governadora criou um novo modelo, investindo nos municípios e exigindo contrapartida. Nesses sentido, ampliou a cobertura de atenção básica dos 21,4% recebidos para 36,86%, só que em apenas dois anos e meio de governo.

Na nova Santa Casa, cuja obra está em curso, serão abertos 70 leitos da maternidade (de 110 para 180), a UTI pediátrica passará de cinco para dez leitos e terá uma UTI Obstétrica com 20 leitos. A Unidade Materno-Infantil possuirá 6 andares que ficarão prontos em 2010. Até esse mesmo ano, 3 hospitais de urgência e emergência serão entregues para desafogar a demanda pela capital

Política agrária avança

(a foto é de David Alves, da Agência Pará)

Superando o passado (leia nota abaixo), um convênio firmado entre o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e o Governo do Estado do Pará vai garantir mais de R$ 500 milhões a serem investidos nos projetos de assentamentos estaduais implantados no Pará. Ao todo serão beneficiados cerca de 200 mil assentados.

Estive presente no ato de assinatura do convênio na última quinta-feira, em Belém, junto com a governadora Ana Júlia, o presidente nacional do Incra, Rolf Hackbart e o superintendente regional da instituição, Elielson Silva.

A política agrária dos governo federal e do Pará transforma em realidade uma das maiores políticas públicas de inclusão social e desenvolvimento do Brasil.

Na era tucana, paralisia, violência e irregularidades

A governadora Ana Júlia fez a opção política de o Estado não mais servir para proteger os fortes e punir os fracos, não se sujeitar mais a ser a gerência de interesses privados em detrimento do interesse público. Por isso, construiu um planejamento de execução de reintegrações de posse para que a vida fosse presevada no meio rural paraense.

Agindo com essa determinação que saímos de campeões de violência no campo para campeões em redução desta violência e estamos encaminhando o mais vasto programa de regularização fundiária da história do Pará (leia nota acima), visando estabelecer um ambiente pacífico, legal e seguro para os investimentos. Para se ter idéia, dos 173 mandatos de reintegração de posse recebidos dos anos neoliberais, restam apenas 63.

Mas, no governo tucano, uma gestão incompetente e descompromissada produziu a paralisia, a violência e a fraude, cujo maior símbolo foi o Massacre de Eldorado dos Carajás.

Os 6.102 títulos de terra registrados nos cartórios imobiliários estaduais que possuem irregularidades somam 110 milhões de hectares, equivalentes ao próprio Estado do Pará em áreas griladas, ou seja, usurpadas do Poder Público.

Por isso, apresentei requerimento na Assembléia Legislativa para a instalação da CPI da Grilagem, para uma elite sem projetos de desenvolvimento não mais atentar contra a economia, natureza e povo paraenses.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Na blogosfera, com o Pará em pauta

Bom dia amigo e amiga leitora paraense,

Com o entusiasmo despertado pelo pioneiro nessa seara, nosso querido Juvêncio de Arruda, a partir de hoje entro neste vigoroso mundo da blogosfera, para discutir diariamente com você grandes temas do estado do Pará, da Amazônia e do Brasil.

Diferentemente do meu site anterior, que era mais voltado à prestação de contas virtual da minha atividade parlamentar, onde vez por outra me posicionava sobre fatos de destaque na opinião pública, agora, no Bordalo13, manifestarei minha opinião cotidiana sobre os acontecimentos, principalmente os políticos, sempre com o espaço dos comentários livres para a nossa interação, seja por convergências, divergências ou em busca de um bom bate-papo.

Não quero apenas cumprir a missão republicana de aproximar "representantes e representados", mas travar a boa disputa democrática de pontos de vista acerca dos rumos do nosso estado, com o olhar crítico, mas bem posicionado na margem esquerda da nossa baía social.

No blog, também oferecerei links para outros sites pessoais alternativos aos Noblats, Reinaldos Azevedos, Josias de Souzas e Lúcias Hipólitos, assim como portais de revistas e jornais com outras abordagens que não as da Veja, Isto É, Época, Estadão, Globo ou Folha. Nada pessoal. Só penso que se na grande imprensa o contraditório é pouco valorizado, é bom procurar por ele em outros lugares.

Se você odeia o PT e quer "acabar com essa raça", mas gosta da democracia, venha discutir comigo neste espaço. Se você, internauta paraense, há tempo procurava um lugar na internet, na blogosfera, mais próximo de opiniões de esquerda, seja bem-vindo. Se quer apenas informação política, sinta-se à vontade para ler, mandar sugestões e participar.

Amanhã começarei as postagens, trazendo para a arena balanço e perspectivas do governo Ana Júlia e os caminhos para a vitória do povo em 2010.

Até lá!